O Batata não era Batata por acaso. O apelido de colégio carregava a lógica do copo roliço e das bochechas rosadas como os tubérculos que sua mãe cozinhava para a maionese de domingo. Bullyng é coisa moderna. Naquela época de escola todo mundo apelidava todo mundo e ninguém reclamava. Nem quando era tratado como última opção dos times da educação física. O Batata, claro, era um deles.
Um pesdelo. As aulas de matemática nem bem terminavam e a gurizada já começava a quicar a bola. No mesmo ritmo palpitava o coração do Batata, de nervoso. Odiava os perídos de educação física. E não por odiar esporte. Na veerdade ele adorva. Odiava mesmo era ter nascido sem aptidão nenhuma. Como não sabia fazer gol, inventou de atacar de goleiro. Mas não fez sucesso na sombra das traves por que tinha medo da bola. No vôlei, torceu o pulso tentando dar manchete com bola de basquete. A derradeira veio no atletismo. Deu com a cara na areia da maldita pista de salto em distância.
Qualquer atividade que envolvesse passar vergonha na frente dos amigos virava sofrimento. A escolha dos times de futebol de salão então, era de dar pena.
_Maninho, Jair, Cadelão, Rodrivo e Vesgo. Quem sobrou? Ah, o Batata. Espera aí que, assim que o primeiro cansar, tu entra, Batata!
E lá de fora, no fim da lista, ele imaginava ele imaginava as jogada que faria sobre a pista de cimento: recebe pelo alto, mata no peito, mete um chapéu no zagueiro e bate de voleio, em chance pro arqueiro. Só não estufa a rede, porque goleira de esscola pública não tem rede. Esse era o exercício do Batata. Suava de tanto imaginar, enquanto os colegas, tolos, suavam atrás da bola.
Era dura a vida da turma do migué, que sempre dava um jeitinho de conseguir um atestado ou qualquer desculpa pra não passar vergonha an Educação Física. Se a aula fosse na quara, terça à noite tinha reza forte pra chover. Afinal, pingue-pongue era o máximo. Na verade, não, mas cancelava o futebol e era o único esporte em que o Batata conseguia marcar pontos. Ele até criou uma teoria maluca de que os chineses odeiam as aulas de Educação Física. Por isso ganham tantas medalhas no tênis de mesa.
Quando cresceu, o Batata engrossou o coro dos que dizem que é perda de tempo torcer por um time de futebol.
_São onze barbados, muito bem pagos que não sabem nem meu nome e no início do mês não vão pagar as minhas contas. Humpf!_ esnoba.
Já ouviu esse discurso não é mesmo? Balela. Trolagem pura. Pode saber que vem de alguém que na infância foi um gordinho tímido esquecido na reserva dos times escolares. É recalque. Um fundo de frustração, quem sabe... Na verdade, o Batata não vai desgrudar os olhos da televisão nas últimas rodadas do Campeonato Brasileiro _como não desgrudou desde a primeira rodada. E vai torcer pelo figueirense, mesmo que não tenha mais chance de título, porque ele é o único desses lá da frente que se parece com um gordinho tímido que sofreu bullyng.
Chamam isso de vingança.
Por que algum rumo sempre deve ser dado ao produto da massa cinzenta. Sempre.
quinta-feira
Mas azar.
Nunca consigo deixar meu blog numa só linha de temas. Ou de estilo de postagens. Tem dias que tem cara de tumblr, dias que tem cara de twitter, dias que tem cara de diário, e dias que tem cara de pagina de cronista [modéstiabem longe de mim]´, sem contar, nos dias que parece pagina do vagalume, com suas letras de música...
O fato é que, o único significado disso, é que é apenas um reflexo de estado de espírito.
O fato é que, o único significado disso, é que é apenas um reflexo de estado de espírito.
Eu queria saber
(...) o nome de todas as árvores.
Ou, me daria por satisfeita por saber só o daquela cheirosa, que perfuma meu trajeto todas as noites.
Que rico cheirinho de dias felizes! :3
Algo que lembra boas lembranças diminui o cansaço da caminhada.
[/arco-íris]
Ou, me daria por satisfeita por saber só o daquela cheirosa, que perfuma meu trajeto todas as noites.
Que rico cheirinho de dias felizes! :3
Algo que lembra boas lembranças diminui o cansaço da caminhada.
[/arco-íris]
quarta-feira
"Abençoadas sejam as surpresas risonhas do caminho,

(...) As belezas que se mostram sem fazer suspense. As afeições compartilhadas sem esforço. As vezes em que a vida nos tira pra dançar sem nos dar tempo de recusar o convite. As maravilhas todas da natureza, sempre surpreendentes, à espera da nossa entrega apreciativa. A compreensão que floresce, clara e mansa, quando os olhos que veem são da bondade. Abençoados sejam os presentes fáceis de serem abertos. Os encantos que desnudam o erotismo da alma. Os momentos felizes que passam longe das catracas da expectativa. Os improvisos bons que desmancham o penteado arrumadinho dos roteiros da gente. Os diálogos que acontecem no idioma pátrio do coração. Abençoada seja a leveza, meu Deus. "
"Viva as válvulas de escape

(...) que lamentavelmente não gozam de boa reputacão. Não sei quem inventou que é preciso ser a gente mesmo o tempo todo, que não se pode diversificar. Se fosse assim, não existiria o teatro, o cinema, a música, a escultura, a pintura, a poesia, tudo o que possibilita novas formas de expressão além do script que a sociedade nos intima a seguir: nascer-estudar-casar-ter filhos-trabalhar-e-morrer."
"Não vivemos exatamente o que sonhamos,

vivemos o que cativamos, o que nos foi guardado, o que merecemos. Geralmente sofremos quando esperamos algo de alguém; o ideal é não esperar nada de ninguém, e se surpreender com cada ato, cada inesperado tão esperado ocultamente. Esquecemos que estes são humanos, e como tal, erram. Todos nós somos felizes e pra todos nós o sol continua brilhando. Devemos saber perder. Devemos viver e aproveitar o que nos foi oferecido, sem mais demais, e apesar de todos os apesares."
"Ela sorria por que sabia que chorar não adiantaria.
"Bonita mesmo somos nós quando ninguém está nos vendo.

(...) Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa, uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas uma na outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro, nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro de tantas palavras, um ar de descoberta no rosto. Linda.”
Não somos apenas aquilo que pensamos ser
(...) Somos mais; somos também, o que lembramos e aquilo de que nos esquecemos; somos as palavras que trocamos, os enganos que cometemos, os impulsos a que cedemos 'sem querer'."
Mas é preciso ter manha
(...) É preciso ter graça.
É preciso ter sonho sempre.
Quem traz na pele essa marca,
possui a estranha mania de ter fé na vida.”
(Milton Nascimento)
É preciso ter sonho sempre.
Quem traz na pele essa marca,
possui a estranha mania de ter fé na vida.”
(Milton Nascimento)
De aniversário.

“Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança
Fazendo-a funcionar no limite da exaustão
Doze meses dão para qualquer ser humano
se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez
com outro número e outra vontade de acreditar
que daqui pra adiante vai ser diferente…
… para você,
desejo o sonho realizado.
O amor esperado.
A esperança renovada.
Para você,
desejo todas as cores desta vida.
Todas as alegrias que puder sorrir.
Todas as músicas que puder emocionar.
Para você neste novo ano,
desejo que os amigos sejam mais cúmplices,
que sua família esteja mais unida,
que sua vida seja mais bem vivida.
Gostaria de lhe
desejar tantas coisas
mas nada seria suficiente…
Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos.
Desejos grandes e que eles possam te mover a cada
minuto, rumo a sua felicidade!”
quinta-feira
Me soa como
coisa de velho poeta tarado que quer pegar menininha. Mas o juízo não deixa.
Mas é tão... triste.
Logo, achei tão lindo!
Ausência
Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar os teus olhos que são doces
Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres eternamente exausto.
No entanto a tua presença é qualquer coisa como a luz e a vida
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.
Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado.
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados
Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada
Que ficou sobre a minha carne como nódoa do passado.
Eu deixarei... tu irás e encostarás a tua face em outra face.
Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada.
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu, porque eu fui o grande íntimo da noite.
Porque eu encostei minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa.
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço.
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
Eu ficarei só como os veleiros nos pontos silenciosos.
Mas eu te possuirei como ninguém porque poderei partir.
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas.
Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serenizada.
Em negrito, meus trechos favoritos
Mas é tão... triste.
Logo, achei tão lindo!
Ausência
Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar os teus olhos que são doces
Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres eternamente exausto.
No entanto a tua presença é qualquer coisa como a luz e a vida
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.
Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado.
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados
Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada
Que ficou sobre a minha carne como nódoa do passado.
Eu deixarei... tu irás e encostarás a tua face em outra face.
Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada.
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu, porque eu fui o grande íntimo da noite.
Porque eu encostei minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa.
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço.
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
Eu ficarei só como os veleiros nos pontos silenciosos.
Mas eu te possuirei como ninguém porque poderei partir.
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas.
Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serenizada.
Em negrito, meus trechos favoritos
Eu queria ter escrito isso (também)

É muito bonito sabe? Daquelas coisas bem verdade, bem bonito, bem poético... e tal.
A Felicidade
Tristeza não tem fim
Felicidade sim
A felicidade é como a pluma
Que o vento vai levando pelo ar
Voa tão leve
Mas tem a vida breve
Precisa que haja vento sem parar
A felicidade do pobre parece
A grande ilusão do carnaval
A gente trabalha o ano inteiro
Por um momento de sonho
Pra fazer a fantasia
De rei ou de pirata ou jardineira
Pra tudo se acabar na quarta-feira
Tristeza não tem fim
Felicidade sim
A felicidade é como a gota
De orvalho numa pétala de flor
Brilha tranqüila
Depois de leve oscila
E cai como uma lágrima de amor
A felicidade é uma coisa boa
E tão delicada também
Tem flores e amores
De todas as cores
Tem ninhos de passarinhos
Tudo de bom ela tem
E é por ela ser assim tão delicada
Que eu trato dela sempre muito bem
Tristeza não tem fim
Felicidade sim
A minha felicidade está sonhando
Nos olhos da minha namorada
É como esta noite, passando, passando
Em busca da madrugada
Falem baixo, por favor
Pra que ela acorde alegre com o dia
Oferecendo beijos de amor
Fazendo jus ao estado espiritual de hoje
Vinicius, seu lindo.
Cada poema, tem meu trecho favorito.
O que faz com que gostemos das coisas? Ainda que tais não tenham nada a ver com nossa vida, ou nosso cotidiano, certas coisas insistem em atrair nossa atenção, em fazer que nos afeiçoemos ao abstrato, como se fosse a coisa mais íntima que existe...
Esse aqui, imagino que seja desses amores tipo gato e rato.
"E que só fica em paz se lhe resiste
O amado coração, e que se agrada
Mais da eterna aventura em que persiste
Que de uma vida mal aventurada."
É meu trecho.
Sou possessiva com as coisas que gosto.
SONETO DO AMOR MAIOR
Maior amor nem mais estranho existe
Que o meu, que não sossega a coisa amada
E quando a sente alegre, fica triste
E se a vê descontente, dá risada.
E que só fica em paz se lhe resiste
O amado coração, e que se agrada
Mais da eterna aventura em que persiste
Que de uma vida mal aventurada.
Louco amor meu, que quando toca, fere
E quando fere vibra, mas prefere
Ferir a fenecer - e vive a esmo
Fiel à sua lei de cada instante
Desassombrado, doido, delirante
Numa paixão de tudo e de si mesmo.
Cada poema, tem meu trecho favorito.
O que faz com que gostemos das coisas? Ainda que tais não tenham nada a ver com nossa vida, ou nosso cotidiano, certas coisas insistem em atrair nossa atenção, em fazer que nos afeiçoemos ao abstrato, como se fosse a coisa mais íntima que existe...
Esse aqui, imagino que seja desses amores tipo gato e rato.
"E que só fica em paz se lhe resiste
O amado coração, e que se agrada
Mais da eterna aventura em que persiste
Que de uma vida mal aventurada."
É meu trecho.
Sou possessiva com as coisas que gosto.
SONETO DO AMOR MAIOR
Maior amor nem mais estranho existe
Que o meu, que não sossega a coisa amada
E quando a sente alegre, fica triste
E se a vê descontente, dá risada.
E que só fica em paz se lhe resiste
O amado coração, e que se agrada
Mais da eterna aventura em que persiste
Que de uma vida mal aventurada.
Louco amor meu, que quando toca, fere
E quando fere vibra, mas prefere
Ferir a fenecer - e vive a esmo
Fiel à sua lei de cada instante
Desassombrado, doido, delirante
Numa paixão de tudo e de si mesmo.
Talvez...
terça-feira
quinta-feira
Não, eu não quero ser medíocre
não eu não quero desistir, não quero optar pelo caminho mais fácil, não quero que a energia negativa me enterre.
"Se imaginar perder, perdido estás.
Quem não confia em si, marcha para trás.
A força que impele para frente
É decisão firmada em sua mente!”
A força que impele para frente
É decisão firmada em sua mente!”
Ouça um bom conselho
Que eu lhe dou de graça
Inútil dormir que a dor não passa
Espere sentado
Ou você se cansa
Está provado, quem espera nunca alcança
Inútil dormir que a dor não passa
Espere sentado
Ou você se cansa
Está provado, quem espera nunca alcança
Ctrl C+ Ctrl V
"Difíceis de lidar: porque nem todo mundo esconde seus sentimentos e vontades, deixa de falar o que pensa, ou mascara seu humor apenas para agradar. porque há pessoas que não deixam de lado seus valores e princípios, suas opiniões, seus jeitos, manias ou complexos. Porque gritos, bipolaridade, feixes de emoções incontroláveis, idéias fixas imutáveis e pedidos de desculpa minutos depois, fazem parte.
quem não sabe lidar com nosso pior, certamente não merece o que oferecemos de maravilhoso e esplêndido.
Reais, geniosos ou insuportáveis: somos difíceis, sim."
Ainda que eu não me julgue difícil de lidar. É só me tratar bem, sério. Sou mansa. Também não saio por aí ofendendo a mãe de quem me desagrada; eu tenho um limite _ bem extensível. Pouca coisa me tira do meu normal.
Não falo o que penso quando isso vai magoar alguém. Sou educada. Se não é relevante, esqueço logo. E não dá pra confundir com falsidade.
Porém gritos, bipolaridade, choro,feixes de emoções incontroláveis, idéias fixas imutáveis e pedidos de desculpa minutos depois, fazem parte.
quem não sabe lidar com nosso pior, certamente não merece o que oferecemos de maravilhoso e esplêndido.
Reais, geniosos ou insuportáveis: somos difíceis, sim."
Ainda que eu não me julgue difícil de lidar. É só me tratar bem, sério. Sou mansa. Também não saio por aí ofendendo a mãe de quem me desagrada; eu tenho um limite _ bem extensível. Pouca coisa me tira do meu normal.
Não falo o que penso quando isso vai magoar alguém. Sou educada. Se não é relevante, esqueço logo. E não dá pra confundir com falsidade.
Porém gritos, bipolaridade, choro,feixes de emoções incontroláveis, idéias fixas imutáveis e pedidos de desculpa minutos depois, fazem parte.
Pq gst d vc?
Por que gosto de ir conversando a vida aos poucos, como quem não tem pressa de acontecer. De poder rir da sua letra, tão desenhada. Ver que você se esforça pra ser sempre melhor. E achar isso completamente afrodisíaco.Fazer e gostar das mesmas coisas por mero acaso, e não por indicação, ou combinação. E ainda assim, adorar a adversidade de gostos, nos separando em algumas afinidades. Lembrar de algum momento memorável, e sorrir sozinha, um pouco boba e totalmente insana. Pensar em você, e bobagens purpurinadas brilharem na minha mente. E num atentado de loucura ao meu pudor, comprar alguma coisa que te lembra a infância e colocar num ônibus, para surpreender de qualquer maneira. Sorrir me sentindo quase uma lagartixa; esmagada na parede, sob a sua respiração forte na minha orelha miúda. Conversar sobre o meu futuro, e o seu. Ouvir atenta as sugestões que você sempre me dá do que fazer, de que caminho seguir. Fechar os olhos, quando você beija a minha testa. Roçar o meu rosto no teu, porque eu acho beijo-de-esquimó o gesto mais simples, e ao mesmo tempo mais puro, de amor.
Apreciar até mesmo o boné que detesto, e que você coloca apenas quando o cabelo não tá bom; ter um carinho pelo chinelorosa com meia da tua mãe, mas que tu usa. Querer viajar o mundo na tua companhia- se fosse o litoral, eu já ficaria feliz. Amar o teu perfume; e senti-lo em todo lugar qualquer, ou apenas fechando os olhos e buscando na memória. Qualquer toque, e cógegas; e logo depois, rir de tamanha sensibilidade. Te encontrar nem que seja por algumas horas, suficientes pra me fazer feliz até um próximo encontro. Não existe uma razão, e sim, tantas. E ao mesmo tempo, nenhuma. Gosto, porque gosto. E não precisa ser dito. Se eu realmente explicasse, nem o tempo seria exato, as palavras me fugiriam, e eu gaguejaria, aposto todas.
Apreciar até mesmo o boné que detesto, e que você coloca apenas quando o cabelo não tá bom; ter um carinho pelo chinelorosa com meia da tua mãe, mas que tu usa. Querer viajar o mundo na tua companhia- se fosse o litoral, eu já ficaria feliz. Amar o teu perfume; e senti-lo em todo lugar qualquer, ou apenas fechando os olhos e buscando na memória. Qualquer toque, e cógegas; e logo depois, rir de tamanha sensibilidade. Te encontrar nem que seja por algumas horas, suficientes pra me fazer feliz até um próximo encontro. Não existe uma razão, e sim, tantas. E ao mesmo tempo, nenhuma. Gosto, porque gosto. E não precisa ser dito. Se eu realmente explicasse, nem o tempo seria exato, as palavras me fugiriam, e eu gaguejaria, aposto todas.
"E a gente vai por aí, se completando assim meio torto mesmo.
E Deus escrevendo certo pelas nossas linhas que se não fossem tão tortas, não teriam se cruzado.”
Bem rosa
Minha unha quebra, e quero que a minha vida acabe. Bad hair day, e desejo não sair de casa. Roupas, sapatos e maquiagens, e meu ego lá em cima. O delírio que um chocolate faz por mim na TPM, nenhum homem nunca conseguiu cometer. Amo rosa, vermelho e roxo. Me sinto um pinto molhado na chuva, e a detesto, me deixa triste. Converso animada com amigas sobre cores, cortes e estilos de cabelo. Não corro de baratas,mas acho lesmas um nojo. Tenho algumas frescuras. Me criei vendo os desenhos da Disney, amo contos-de-fadas, princesas felizes no happy end, e amor em primeiro lugar. Aquela vida que nos ensinam de trabalho, dinheiro, família, filhos e tal. Me comovo até com comercial de dia das mães, e choro na maioria dos filmes. Não entendo absolutamente nada sobre canos, válvulas e resistência de chuveiro - e não faço a menor questão. Escuto músicas melosas na fossa, e animadas quando assim me encontro. Gosto de futebol, mas sou uma negação com os pés, e os uniformes não caem bem em nós damas, convenhamos... Sou toda letras, literatura romântica e inspiradora. E repugno números.
Diante desse balaio de feminices, e audaciosa que sou, me arrisco a contradizer a letra famosa de Rita Lee, Pagu: não sou mais macho que nenhum homem. Entre um par de peitos, cintura fina e ancas largas, acredito que nem mesmo que quisesse, alguma masculinidade brotaria em mim. Gostaria de poder trocar eu mesma meu chuveiro, ou jogar futebol com perfeição; mas prefiro cozinhar o almoço, enquanto ele corta a grama. Adoraria conseguir abrir sozinha uma lata de pepino; porém, nada é melhor do que o sorriso dele no rosto, por se sentir útil. Não confundam, não sou fútil.Mas estou longe de ser, tampouco, machista. Apenas, acredito que a essência da mulher tem se esvaido; ficado esquecida, enquanto a independência e os salários aumentam - e a feminilidade, caindo por terra. Claro que, obtemos iguais capacidade do que as criaturas do sexo oposto. É evidente, que somos melhores, e até mesmo, mais inteligentes, sensíveis e dinâmicas. Porém, temos que operar tudo isso, e não sair do salto - no mínimo 10, de preferência. Nada como chorar num filme, e a manga do blusão dele oferecida, para enxugar suas lágrimas infantis.
Ser mulher não tem preço. Se sentir feminina, menos ainda. Yin e Yang, não se complementavam por serem tão diferentes, e um masculino, enquanto o outro, era do sexo oposto? Pelo que eu entendo, sim. Dentro de nós, reencontramos essa essência libertadora, guerreira e que quer lutar por um lugar ao Sol. Sou também assim. Vou com garras, vontade, corpo e idealização ao que é de meu interesse. Porém, sem esquecer meu rímel, sutiã e meia-calça.
E essa história de macho, sinceramente, não é pra mim. Por mais que a estabanadice e peculiaridades sejam típicos meus, mais másculos que eu, estão todos que entre as pernas tem algo que eu não possuo. Não sou a favor de ideologia alguma, nessa pauta. Apenas, quero continuar sendo vista como mulher, guria, boneca, princesa. E deixar a caixa de ferramentas lá em cima, no alto do armário: onde nem eu alcanço.
[Devidamente modificado, mas se gostou, tem mais no blog da Camila Praier ;D]
Diante desse balaio de feminices, e audaciosa que sou, me arrisco a contradizer a letra famosa de Rita Lee, Pagu: não sou mais macho que nenhum homem. Entre um par de peitos, cintura fina e ancas largas, acredito que nem mesmo que quisesse, alguma masculinidade brotaria em mim. Gostaria de poder trocar eu mesma meu chuveiro, ou jogar futebol com perfeição; mas prefiro cozinhar o almoço, enquanto ele corta a grama. Adoraria conseguir abrir sozinha uma lata de pepino; porém, nada é melhor do que o sorriso dele no rosto, por se sentir útil. Não confundam, não sou fútil.Mas estou longe de ser, tampouco, machista. Apenas, acredito que a essência da mulher tem se esvaido; ficado esquecida, enquanto a independência e os salários aumentam - e a feminilidade, caindo por terra. Claro que, obtemos iguais capacidade do que as criaturas do sexo oposto. É evidente, que somos melhores, e até mesmo, mais inteligentes, sensíveis e dinâmicas. Porém, temos que operar tudo isso, e não sair do salto - no mínimo 10, de preferência. Nada como chorar num filme, e a manga do blusão dele oferecida, para enxugar suas lágrimas infantis.
Ser mulher não tem preço. Se sentir feminina, menos ainda. Yin e Yang, não se complementavam por serem tão diferentes, e um masculino, enquanto o outro, era do sexo oposto? Pelo que eu entendo, sim. Dentro de nós, reencontramos essa essência libertadora, guerreira e que quer lutar por um lugar ao Sol. Sou também assim. Vou com garras, vontade, corpo e idealização ao que é de meu interesse. Porém, sem esquecer meu rímel, sutiã e meia-calça.
E essa história de macho, sinceramente, não é pra mim. Por mais que a estabanadice e peculiaridades sejam típicos meus, mais másculos que eu, estão todos que entre as pernas tem algo que eu não possuo. Não sou a favor de ideologia alguma, nessa pauta. Apenas, quero continuar sendo vista como mulher, guria, boneca, princesa. E deixar a caixa de ferramentas lá em cima, no alto do armário: onde nem eu alcanço.
[Devidamente modificado, mas se gostou, tem mais no blog da Camila Praier ;D]
“E não pense em nada que não te fará sorrir.”
Passou. Pronto. Virei o disco, troquei de músicas, me renovei comigo mesma.
Me enxergo mais pronta, 'me descobri' mais inteira, mais leve para sentir, mais provada, mais... Minha. Hoje sou muito mais Eu-para-mim. E isso é maior. Por que é daí que começa tudo.
Me enxergo mais pronta, 'me descobri' mais inteira, mais leve para sentir, mais provada, mais... Minha. Hoje sou muito mais Eu-para-mim. E isso é maior. Por que é daí que começa tudo.
O que vale a pena possuir, vale a pena esperar
É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.
Eu tenho demorado tanto pra vir escrever aqui

que algumas vezes, penso que talvez, deveria deletar esse blog.
Mas, e aí? Onde eu colocaria toda a coisa enrolada, amassada e esquisita que sai da minha cabeça?
Isso aqui é terapia, isso sim. Tanto o que clico em "postar", quanto "salvar em rascunho".
" Você lê e sofre. Você lê e ri. Você lê e engasga. Você lê e tem arrepios. Você lê, e sua vida vai se misturando no que está sendo lido."
[ Sempre' Caio F. Abreu]
Não é final de ano, mas já refiz meus objetivos, que de novos, tem só o nome.
São tantas coisas que quero desde sempre, mas que fica difícil, vai se perdendo no meio do camiho, se não é revisto com frequência. Tipo caminho no mato, que fecha se não é trilhado.
Respirar, mandar mágoas embora,voltar a ser leve por dentro, pois, vez em quando, me sinto pesada...
Preciso ser mais calma.
Calma.
C'aalma.
quarta-feira
Feliz dia do amigo, aos amigos
Hoje é dia do amigo, e, em algum lugar, eu precisava manifestar todo o carinho que tenho pelos meus queridos.
Se tivesse maneira eficaz de chegar em cada um, e dizer o que sinto, de modo a ser perfeitamente compreendida a minha sinceridade, eu o faria.
Aos amigos de anos, eu diria que, muito do que sou, deve-se à voces.
Um e outro traço de voces estão em mim, assim, como eu espero ter passado algo pra voces.
Aos amigos mais recentes, obrigada por aceitar esse kit estranho que eu sou.
Mesmo que eu não os veja todos os dias, minha vida é mais bonita por saber que estão aí.
Se tivesse maneira eficaz de chegar em cada um, e dizer o que sinto, de modo a ser perfeitamente compreendida a minha sinceridade, eu o faria.
Aos amigos de anos, eu diria que, muito do que sou, deve-se à voces.
Um e outro traço de voces estão em mim, assim, como eu espero ter passado algo pra voces.
Aos amigos mais recentes, obrigada por aceitar esse kit estranho que eu sou.
Mesmo que eu não os veja todos os dias, minha vida é mais bonita por saber que estão aí.
Frustração? Não, capaz
Esse é um desabafo. Hoje, aos meus 20 e poucos anos, me deparo com uma grande decepção. Sentimentos que necessariamente preciso colocar pra fora e compartilhar de alguma forma.
Não é porque sou menina/mulher que futebol não é minha praia. Sem muitas habilidades, preferi ser torcedora e espectadora. Nunca quis medir conhecimentos, tenho cá minhas dúvidas, que aos poucos, vou esclarecendo.
Entretanto, enquanto minhas dúvidas são esclarecidas, surge também um sentimento que não consigo denominar, mas é sim de origem negativa, que me faz querer desapegar do espírito esportivo. Aliás, acho que pouco preciso provar aqui sobre meu entendimento no assunto, centroavantes, 4-4-3, 3-4-3 ou propor algum esquema tático para o “nosso” futebol. Afinal, meu desabafo vem de um assunto em que técnicas e propostas vão ficar de lado, colocando na mesa os princípios éticos do futebol brasileiro.
Enquanto emissoras formam cartéis bilionários para comprar os direitos de transmissão de campeonatos esportivos, ainda temos no Brasil crianças morrendo de fome, de contaminação pelo consumo de uma água não potável, entre outras coisas banais. Mas sabe o que acontece a cada 4 anos? As famílias viúvas destes parentes se unem, se vestem de verde e amarelo, penduram bandeiras na janela em um ato de falso patriotismo como se estivéssemos no melhor país do mundo e como se o amássemos.
Acaba uma Copa e todo mundo recolhe e guarda seus escudos nacionalistas para daqui quatro anos.
Os bastidores dos intervalos destas competições não são tratados com a mesma veemência nos meios de comunicação. Não só os intervalos, mas os preparos e os bastidores de um jogo ficam ali, empurrados para baixo de um gramado e só se mostra o tão esperado “espetáculo” entre as quatro linhas.
Às vezes tudo isso me remete ao tão falado, no período de colégio, Pão e Circo romano. Então, vamos entreter as pessoas com um futebol (suponhamos o circo, o espetáculo). Mas aqui nós pagamos para entrar neste circo. E como pagamos.
E também o pão fica por conta do torcedor que para em uma banquinha na porta do estádio e come.
E enquanto as pessoas comem do pão e usufruem do circo, dirigentes dos maiores órgãos esportivos do país devem ficar no Photoshop colocando um nariz de palhaço em cada torcedor que pagou pra entrar no estádio, contando a grana que faturaram e preparando o próximo plano. Pergunto: você está feliz em ter bancado o seu próprio Pão e Circo? Nós, torcedores, é que somos os palhaços. Que por amor a determinado clube até nos sujeitamos a comprar ingresso de cambista. Afinal, que mal tem? As próprias empresas que vendem ingressos têm canal aberto e acordos com tais cambistas. E tenha certeza que os poderosos da alta organização que controla o futebol brasileiro também sabem disso. Aliás, é o que espero. Pois se eles trabalham com futebol, eles devem ir aos estádios e lá ver o que acontece: o entupimento no ouvido de uma frase repetida inúmeras vezes: compro e vendo ingresso, compro e vendo ingresso, compro e vendo ingresso…
Agora pensem sinceramente: isso vai mudar para a Copa de 2014? Se há anos fatos como esses são empurrados para baixo do gramado, esconder por mais três anos não deve ser problema, não é Senhor Ricardo?
Pensem então na situação contraditória: o Brasil, o país do futebol vai promover uma copa que vai custar mais do que as 3 últimas copas do mundo somadas. Se somos o país do futebol, então por que tanto dinheiro? Tenho certeza que não é pra pagar meu churrasquinho na porta do estádio!
E aí vêm emissoras com comentaristas e especialistas no assunto colocando suas opiniões e o público toma como verdade absoluta.
Não é ganhando uma Copa América que vamos salvar a pátria, muito menos com uma Copa do Mundo em nosso próprio país. O país que vai receber a copa do mundo, o nosso Brasil tropical e abençoado por Deus, não tem estrutura para se manter. Não tem ruas devidamente pavimentadas, não tem transporte público de qualidade, não tem estrutura aeroportuária para atender sua população (imagino quando tiver que receber a quantidade de turistas de uma copa do mundo).
O nosso tal país do futebol têm algumas estrelas que poderiam ter sido perdidas pela fome, pela água contaminada ou por outras condições precárias de sobrevivência da maioria da população que aqui habita. Mas hoje elas recebem milhões e, por isso, uma pressão de um país inteiro cobrando gols, dribles e resultados. Mas saibam que uma pesquisa do departamento de Registro de Transferência da confederação Brasileira de Futebol (CBF) revelou que, em 1998, 52,9% dos jogadores profissionais recebiam quantias inferiores a um salário mínimo; 30,5% de um a dois salários; 7,9% de dois a cinco; 2,7% de cinco a dez; 1,8% de 10 a 20; e 4,3% recebiam o equivalente a mais de 20 salários mínimos
Ser estrela, ser famoso, ser aquele jogador que todo jovem sonha ser, realmente não passa de um sonho. E sabe aqueles cifrões que achamos que movimentam o futebol? Pode-se perceber que não está na remuneração de quem faria o espetáculo, de quem tocaria a bola a caminho de um gol. E acho que nem preciso falar onde é que esses cifrões vão parar. É melhor cada um tirar as suas conclusões.
Estou louca pra ver comentaristas falando da obrigação do Brasil em vencer a tal da Copa América (que já era) e depois a Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Ninguém ali que veste a camiseta amarela com um escudo no peito tem obrigação alguma de trazer momentos passageiros de alegria em um grito de gol. Ninguém ali tem que provar que continuamos sendo o país do futebol como era com Pelé, Garrincha, Zico e outros mais.
Perder e ganhar faz parte do jogo. Saber perder e ganhar faz parte do espírito esportivo, este devidamente levado por água abaixo.
Por que o Brasil tem que ganhar todas as competições? Por que temos que ser os melhores em tudo para ter graça? Por que temos a certeza que nossos jogadores são os melhores, temos os melhores times, somos os maiores do mundo? Esporte, por definição, é competitivo, possui vencedores e perdedores e, nem sempre, vence o “melhor” – conceito esse subjetivo por natureza, que depende de um ponto de vista.
Brasileiro tem essa coisa na cabeça: se não for para a Formula 1 e se não vencer na Formula 1, o piloto não presta para nada. É uma cultura de pouco conhecimento e muita paixão.
Se pensarmos em um piloto campeão de Formula 1 como qualquer outro esportista ou seleção melhor do mundo, a relação é a mesma. O que mais o vôlei brasileiro precisa fazer para ganhar de vez a paixão dos torcedores? É claro que tem crescido, mas achamos que o Brasil fez papelão ao perder uma final para uma das outras melhores seleções do mundo.
E as meninas do futebol? Vão continuar ganhando desprezo e serem taxadas de “medrosas perante os EUA” até serem campeãs do mundo? Só ligamos para o Tênis quando surge um Guga? Só acompanhamos automobilismo quando nos gabamos de Senna, o maior de todos os tempos? E Daiane dos Santos, Diego Hipólito… “Ah, não conseguem uma medalhinha de ouro nas Olimpídas. Patético!”
O Brasil devia ser conhecido como o país da corrupção e da má distribuição de renda. Devia em 2014 não acontecer aqui uma copa do mundo, mas uma exposição da real situação do país. Daqueles que promovem o Pão e Circo (particular e caro) e cada vez mais enchem seus bolsos com dinheiro alheio.
Um país que constantemente vive com CPIs, acusações políticas, corrupção entre outras coisas, mas que vive principalmente com uma classe miserável que nem o bendito pão tem pra comer, não merecia receber uma Copa do Mundo. Os gastos pra esse evento poderiam ser revertidos em prol de uma população que, então, seria patriota e nacionalista não só a cada quatro anos.
É lamentável e vergonhoso morar num país como esse, onde a diversão para estrangeiros é prioridade e onde os desvios de dinheiro já viraram rotina e se passam como corriqueiros em nossos dias.
Não é porque sou menina/mulher que futebol não é minha praia. Sem muitas habilidades, preferi ser torcedora e espectadora. Nunca quis medir conhecimentos, tenho cá minhas dúvidas, que aos poucos, vou esclarecendo.
Entretanto, enquanto minhas dúvidas são esclarecidas, surge também um sentimento que não consigo denominar, mas é sim de origem negativa, que me faz querer desapegar do espírito esportivo. Aliás, acho que pouco preciso provar aqui sobre meu entendimento no assunto, centroavantes, 4-4-3, 3-4-3 ou propor algum esquema tático para o “nosso” futebol. Afinal, meu desabafo vem de um assunto em que técnicas e propostas vão ficar de lado, colocando na mesa os princípios éticos do futebol brasileiro.
Enquanto emissoras formam cartéis bilionários para comprar os direitos de transmissão de campeonatos esportivos, ainda temos no Brasil crianças morrendo de fome, de contaminação pelo consumo de uma água não potável, entre outras coisas banais. Mas sabe o que acontece a cada 4 anos? As famílias viúvas destes parentes se unem, se vestem de verde e amarelo, penduram bandeiras na janela em um ato de falso patriotismo como se estivéssemos no melhor país do mundo e como se o amássemos.
Acaba uma Copa e todo mundo recolhe e guarda seus escudos nacionalistas para daqui quatro anos.
Os bastidores dos intervalos destas competições não são tratados com a mesma veemência nos meios de comunicação. Não só os intervalos, mas os preparos e os bastidores de um jogo ficam ali, empurrados para baixo de um gramado e só se mostra o tão esperado “espetáculo” entre as quatro linhas.
Às vezes tudo isso me remete ao tão falado, no período de colégio, Pão e Circo romano. Então, vamos entreter as pessoas com um futebol (suponhamos o circo, o espetáculo). Mas aqui nós pagamos para entrar neste circo. E como pagamos.
E também o pão fica por conta do torcedor que para em uma banquinha na porta do estádio e come.
E enquanto as pessoas comem do pão e usufruem do circo, dirigentes dos maiores órgãos esportivos do país devem ficar no Photoshop colocando um nariz de palhaço em cada torcedor que pagou pra entrar no estádio, contando a grana que faturaram e preparando o próximo plano. Pergunto: você está feliz em ter bancado o seu próprio Pão e Circo? Nós, torcedores, é que somos os palhaços. Que por amor a determinado clube até nos sujeitamos a comprar ingresso de cambista. Afinal, que mal tem? As próprias empresas que vendem ingressos têm canal aberto e acordos com tais cambistas. E tenha certeza que os poderosos da alta organização que controla o futebol brasileiro também sabem disso. Aliás, é o que espero. Pois se eles trabalham com futebol, eles devem ir aos estádios e lá ver o que acontece: o entupimento no ouvido de uma frase repetida inúmeras vezes: compro e vendo ingresso, compro e vendo ingresso, compro e vendo ingresso…
Agora pensem sinceramente: isso vai mudar para a Copa de 2014? Se há anos fatos como esses são empurrados para baixo do gramado, esconder por mais três anos não deve ser problema, não é Senhor Ricardo?
Pensem então na situação contraditória: o Brasil, o país do futebol vai promover uma copa que vai custar mais do que as 3 últimas copas do mundo somadas. Se somos o país do futebol, então por que tanto dinheiro? Tenho certeza que não é pra pagar meu churrasquinho na porta do estádio!
E aí vêm emissoras com comentaristas e especialistas no assunto colocando suas opiniões e o público toma como verdade absoluta.
Não é ganhando uma Copa América que vamos salvar a pátria, muito menos com uma Copa do Mundo em nosso próprio país. O país que vai receber a copa do mundo, o nosso Brasil tropical e abençoado por Deus, não tem estrutura para se manter. Não tem ruas devidamente pavimentadas, não tem transporte público de qualidade, não tem estrutura aeroportuária para atender sua população (imagino quando tiver que receber a quantidade de turistas de uma copa do mundo).
O nosso tal país do futebol têm algumas estrelas que poderiam ter sido perdidas pela fome, pela água contaminada ou por outras condições precárias de sobrevivência da maioria da população que aqui habita. Mas hoje elas recebem milhões e, por isso, uma pressão de um país inteiro cobrando gols, dribles e resultados. Mas saibam que uma pesquisa do departamento de Registro de Transferência da confederação Brasileira de Futebol (CBF) revelou que, em 1998, 52,9% dos jogadores profissionais recebiam quantias inferiores a um salário mínimo; 30,5% de um a dois salários; 7,9% de dois a cinco; 2,7% de cinco a dez; 1,8% de 10 a 20; e 4,3% recebiam o equivalente a mais de 20 salários mínimos
Ser estrela, ser famoso, ser aquele jogador que todo jovem sonha ser, realmente não passa de um sonho. E sabe aqueles cifrões que achamos que movimentam o futebol? Pode-se perceber que não está na remuneração de quem faria o espetáculo, de quem tocaria a bola a caminho de um gol. E acho que nem preciso falar onde é que esses cifrões vão parar. É melhor cada um tirar as suas conclusões.
Estou louca pra ver comentaristas falando da obrigação do Brasil em vencer a tal da Copa América (que já era) e depois a Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Ninguém ali que veste a camiseta amarela com um escudo no peito tem obrigação alguma de trazer momentos passageiros de alegria em um grito de gol. Ninguém ali tem que provar que continuamos sendo o país do futebol como era com Pelé, Garrincha, Zico e outros mais.
Perder e ganhar faz parte do jogo. Saber perder e ganhar faz parte do espírito esportivo, este devidamente levado por água abaixo.
Por que o Brasil tem que ganhar todas as competições? Por que temos que ser os melhores em tudo para ter graça? Por que temos a certeza que nossos jogadores são os melhores, temos os melhores times, somos os maiores do mundo? Esporte, por definição, é competitivo, possui vencedores e perdedores e, nem sempre, vence o “melhor” – conceito esse subjetivo por natureza, que depende de um ponto de vista.
Brasileiro tem essa coisa na cabeça: se não for para a Formula 1 e se não vencer na Formula 1, o piloto não presta para nada. É uma cultura de pouco conhecimento e muita paixão.
Se pensarmos em um piloto campeão de Formula 1 como qualquer outro esportista ou seleção melhor do mundo, a relação é a mesma. O que mais o vôlei brasileiro precisa fazer para ganhar de vez a paixão dos torcedores? É claro que tem crescido, mas achamos que o Brasil fez papelão ao perder uma final para uma das outras melhores seleções do mundo.
E as meninas do futebol? Vão continuar ganhando desprezo e serem taxadas de “medrosas perante os EUA” até serem campeãs do mundo? Só ligamos para o Tênis quando surge um Guga? Só acompanhamos automobilismo quando nos gabamos de Senna, o maior de todos os tempos? E Daiane dos Santos, Diego Hipólito… “Ah, não conseguem uma medalhinha de ouro nas Olimpídas. Patético!”
O Brasil devia ser conhecido como o país da corrupção e da má distribuição de renda. Devia em 2014 não acontecer aqui uma copa do mundo, mas uma exposição da real situação do país. Daqueles que promovem o Pão e Circo (particular e caro) e cada vez mais enchem seus bolsos com dinheiro alheio.
Um país que constantemente vive com CPIs, acusações políticas, corrupção entre outras coisas, mas que vive principalmente com uma classe miserável que nem o bendito pão tem pra comer, não merecia receber uma Copa do Mundo. Os gastos pra esse evento poderiam ser revertidos em prol de uma população que, então, seria patriota e nacionalista não só a cada quatro anos.
É lamentável e vergonhoso morar num país como esse, onde a diversão para estrangeiros é prioridade e onde os desvios de dinheiro já viraram rotina e se passam como corriqueiros em nossos dias.
terça-feira
Sou apaixonada por Fernando Pessoa e todas as suas inúmeras personalidades.
"Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte disso, tenho em mim todos os sonhos do mundo..."
"Sou eu, eu mesmo, tal qual resultei de tudo,
Espécie de acessório ou sobressalente próprio,
Arredores irregulares da minha emoção sincera,
Sou eu aqui em mim, sou eu.
Quanto fui, quanto não fui, tudo isso sou.
Quanto quis, quanto não quis, tudo isso me forma.
Quanto amei ou deixei de amar é a mesma saudade em mim."
Estes são de Álvaro de Campos
Vem comigo procurar algum lugar mais calmo
Longe dessa confusão e dessa gente que não se respeita
Tenho quase certeza que eu não sou daqui(...)
Vai ver que é assim mesmo e vai ser assim pra sempre
Vai ficando complicado e ao mesmo tempo diferente(...)
Não é a vida como está, e sim as coisas como são
Legião Urbana- Meninos e Meninas
Tenho quase certeza que eu não sou daqui(...)
Vai ver que é assim mesmo e vai ser assim pra sempre
Vai ficando complicado e ao mesmo tempo diferente(...)
Não é a vida como está, e sim as coisas como são
Legião Urbana- Meninos e Meninas
Admito
Vem cá meu bem, que é bom lhe ver
Nessas de a música velha que só eu havia desciberto, na flor dos meus 8 anos de idade, estar no Twitter, acordei e o quê tocava na rádio?
RESTART!
Não, brincadeira. Tocou essa aqui ó:
http://www.youtube.com/watch?v=9YnJASi8ZhA
A letra é tão fofa! :3
O mundo anda tão complicado Legião Urbana
Gosto de ver você dormir
Que nem criança com a boca aberta
O telefone chega sexta-feira
Aperto o passo por causa da garoa
Me empresta um par de meias
A gente chega na sessão das dez
Hoje eu acordo ao meio-dia
Amanhã é a sua vez
Vem cá, meu bem, que é bom lhe ver
O mundo anda tão complicado
Que hoje eu quero fazer tudo por você.
Temos que consertar o despertador
E separar todas as ferramentas
Que a mudança grande chegou
Com o fogão e a geladeira e a televisão
Não precisamos dormir no chão
Até que é bom, mas a cama chegou na terça
E na quinta chegou o som
Sempre faço mil coisas ao mesmo tempo
E até que é fácil acostumar-se com meu jeito
Agora que temos nossa casa
é a chave que sempre esqueço
Vamos chamar nossos amigos
A gente faz uma feijoada
Esquece um pouco do trabalho
E fica de bate-papo
Temos a semana inteira pela frente
Você me conta como foi seu dia
E a gente diz um pro outro:
- Estou com sono, vamos dormir!
Vem cá, meu bem, que é bom lhe ver
O mundo anda tão complicado
Que hoje eu quero fazer tudo por você
Quero ouvir uma canção de amor
Que fale da minha situação
De quem deixou a segurança de seu mundo
Por amor
RESTART!
Não, brincadeira. Tocou essa aqui ó:
http://www.youtube.com/watch?v=9YnJASi8ZhA
A letra é tão fofa! :3
O mundo anda tão complicado Legião Urbana
Gosto de ver você dormir
Que nem criança com a boca aberta
O telefone chega sexta-feira
Aperto o passo por causa da garoa
Me empresta um par de meias
A gente chega na sessão das dez
Hoje eu acordo ao meio-dia
Amanhã é a sua vez
Vem cá, meu bem, que é bom lhe ver
O mundo anda tão complicado
Que hoje eu quero fazer tudo por você.
Temos que consertar o despertador
E separar todas as ferramentas
Que a mudança grande chegou
Com o fogão e a geladeira e a televisão
Não precisamos dormir no chão
Até que é bom, mas a cama chegou na terça
E na quinta chegou o som
Sempre faço mil coisas ao mesmo tempo
E até que é fácil acostumar-se com meu jeito
Agora que temos nossa casa
é a chave que sempre esqueço
Vamos chamar nossos amigos
A gente faz uma feijoada
Esquece um pouco do trabalho
E fica de bate-papo
Temos a semana inteira pela frente
Você me conta como foi seu dia
E a gente diz um pro outro:
- Estou com sono, vamos dormir!
Vem cá, meu bem, que é bom lhe ver
O mundo anda tão complicado
Que hoje eu quero fazer tudo por você
Quero ouvir uma canção de amor
Que fale da minha situação
De quem deixou a segurança de seu mundo
Por amor
Escrever é extravasar
Liberar e jogar tudo pro ar. Ou net. Enfim...
***
Oi Blog querido!
Há quanto tempo que não escrevo aqui? Saiba você, que não é por falta de idéias, pois elas me tomam a mente, assim que repouso sobre o travesseiro.
Inúmeros assuntos. Alguns inomináveis. Filosofias baratas, piadas de bar. Minha opinião,ora boa ora ruim,como sempre.
Minha vida como sempre, permanece uma sucessão de dias indescritíveis _note você blog, que tal adjetivo não tem como significado algo fabuloso e lindo. Até pelo fato de a vida de ninguém ser sempre sol, tampouco sempre chuva. Assim é a minha. Normal. É a minha visão que a faz particular.
Ontem, ou talvez há mais dias, notei que meu quarto ficava mais bonito, ou mais feio, conforme eu dispunha os móveis. Então vi que isso funcionava pra qualquer coisa. Sempre questão de ponto de vista.
Confuso?
Bem, é que eu andava um tanto estressada. Pra não ser hipócrita, talvez ainda esteja.
Como essa irritação se devem a fatos que, por hora, não tenho como mudar, então, eu vou mudar as coisas de lugar. Nem que seja, na maneira como eu as ouço.
Vou ver se surte resultado...
Posto notícias.
***
Hoje ouvi uma discussão ridícula sobre mulheres e futebol. Gostaria de, neste acolhedor espaço reservado à minha (pouco)habilidosa escrita, mandar praquele lugar onde o sol não bate, todas as pessoas que compartilham da opinião que fulano não pode gostar de alguma coisa por que é menina.
Quê? Quer dizer então que, além do fato de eu não poder fazer xixi de pé, não ter orientação espacial privilegiada, sofrer de cólicas, carregar um bebê na barriga (e ele sair dela por um lugar anatômicamente desproporcional), e uma vez por mês ficar com vontade de matar um, eu ainda não posso gostar de algo que sei-lá-eu-o-quê dentro de mim gosta, POR QUE TU ACHA QUE EU NÃO DEVERIA?
"Blábláblá, não sei pq mulheres perdem tempo vendo futebol, jogando cartola f.c (é, e daí?) se não entendem nada. Isso não é coisa de mulher."
A VALHA ME!
Vamos às coisas que não são de mulher, e mesmo assim, nos saímos muito bem:
...ééNO.
Não sou dessas feministas aporrinhadoras que diz que mulheres têm capacidade pra fazer tudo o que um homem faz "e ainda por cima de salto". Não mesmo.
Gosto de fazer o que faço, e não quero ser a maior entendedora, até por que nem jogo mais, não cresci com aquela gana de menino com a bola nós pés, tampouco fui menina jogadora, a não ser por falta de opção dos primos e eventuais escalações pra goleira. Também meu pai, nunca foi de incentivar pra isso. Tudo que gosto, é o que vejo e sei por curiosidade própria. Sei menos do que a vontade que tenho, mais por preguiça, menos por capacidade de intelecto.
Que diferença há de mim pra você?
Nenhuma ao meu ver. Estou cá feliz e satisfeita. Gracias.
***
Também esses dias, ou talvez, há mais, estive pensando em como amar é bom. Clichê não? Mas é que o sentimento explode aqui, no peito. Escrever é extravasar
***
Oi Blog querido!
Há quanto tempo que não escrevo aqui? Saiba você, que não é por falta de idéias, pois elas me tomam a mente, assim que repouso sobre o travesseiro.
Inúmeros assuntos. Alguns inomináveis. Filosofias baratas, piadas de bar. Minha opinião,ora boa ora ruim,como sempre.
Minha vida como sempre, permanece uma sucessão de dias indescritíveis _note você blog, que tal adjetivo não tem como significado algo fabuloso e lindo. Até pelo fato de a vida de ninguém ser sempre sol, tampouco sempre chuva. Assim é a minha. Normal. É a minha visão que a faz particular.
Ontem, ou talvez há mais dias, notei que meu quarto ficava mais bonito, ou mais feio, conforme eu dispunha os móveis. Então vi que isso funcionava pra qualquer coisa. Sempre questão de ponto de vista.
Confuso?
Bem, é que eu andava um tanto estressada. Pra não ser hipócrita, talvez ainda esteja.
Como essa irritação se devem a fatos que, por hora, não tenho como mudar, então, eu vou mudar as coisas de lugar. Nem que seja, na maneira como eu as ouço.
Vou ver se surte resultado...
Posto notícias.
***
Hoje ouvi uma discussão ridícula sobre mulheres e futebol. Gostaria de, neste acolhedor espaço reservado à minha (pouco)habilidosa escrita, mandar praquele lugar onde o sol não bate, todas as pessoas que compartilham da opinião que fulano não pode gostar de alguma coisa por que é menina.
Quê? Quer dizer então que, além do fato de eu não poder fazer xixi de pé, não ter orientação espacial privilegiada, sofrer de cólicas, carregar um bebê na barriga (e ele sair dela por um lugar anatômicamente desproporcional), e uma vez por mês ficar com vontade de matar um, eu ainda não posso gostar de algo que sei-lá-eu-o-quê dentro de mim gosta, POR QUE TU ACHA QUE EU NÃO DEVERIA?
"Blábláblá, não sei pq mulheres perdem tempo vendo futebol, jogando cartola f.c (é, e daí?) se não entendem nada. Isso não é coisa de mulher."
A VALHA ME!
Vamos às coisas que não são de mulher, e mesmo assim, nos saímos muito bem:
...ééNO.
Não sou dessas feministas aporrinhadoras que diz que mulheres têm capacidade pra fazer tudo o que um homem faz "e ainda por cima de salto". Não mesmo.
Gosto de fazer o que faço, e não quero ser a maior entendedora, até por que nem jogo mais, não cresci com aquela gana de menino com a bola nós pés, tampouco fui menina jogadora, a não ser por falta de opção dos primos e eventuais escalações pra goleira. Também meu pai, nunca foi de incentivar pra isso. Tudo que gosto, é o que vejo e sei por curiosidade própria. Sei menos do que a vontade que tenho, mais por preguiça, menos por capacidade de intelecto.
Que diferença há de mim pra você?
Nenhuma ao meu ver. Estou cá feliz e satisfeita. Gracias.
***
Também esses dias, ou talvez, há mais, estive pensando em como amar é bom. Clichê não? Mas é que o sentimento explode aqui, no peito. Escrever é extravasar
quinta-feira
É engraçado
como neste exato momento, me sinto quase sufocada, por uma angústia que talvez tenha sido criada só por mim. Justo eu que falo tanto sobre as pessoas que ficam "morrendo de véspera".
Sabe, é que eu fico imaginando/adivinhando os possíveis caminhos percorridos pela tua mente. Imagino sempre a pior opção. E como um veneno, isso vai me matando aos poucos, me remoendo...
Me angustia o peito não poder te olhar nos olhos pra conversar.
Talvez tu tenha dado mais importância que me diz, talvez não...
O fato é que eu me sentiria melhor se pudesses me abraçar.
É o meu melhor remédio. O único que me faz bem e o único que quero.
Ai que merda.
Sabe, é que eu fico imaginando/adivinhando os possíveis caminhos percorridos pela tua mente. Imagino sempre a pior opção. E como um veneno, isso vai me matando aos poucos, me remoendo...
Me angustia o peito não poder te olhar nos olhos pra conversar.
Talvez tu tenha dado mais importância que me diz, talvez não...
O fato é que eu me sentiria melhor se pudesses me abraçar.
É o meu melhor remédio. O único que me faz bem e o único que quero.
Ai que merda.
Deitei na rede e olhei pro céu
e o céu tava limpo, e azul, muito azul.
Ao longe, só um pássaro, do tamanho de um grão, cruzava o céu.
Quando olhei pra ele, o céu manchou.
Mas então, pude ver que não eram manchas do céu. Eram apenas dos meus olhos.
Ao longe, só um pássaro, do tamanho de um grão, cruzava o céu.
Quando olhei pra ele, o céu manchou.
Mas então, pude ver que não eram manchas do céu. Eram apenas dos meus olhos.
Descobri o que me motiva a escrever aqui
É, descobri. Me dá uma grande vontade apenas quando tenho coisas pra falar que as pessoas normalmente não ouviriam, ou que eu não sei como dizer propriamente.
quarta-feira
Um dois, teste, som
E se foi 2010, e cá estou eu em Abril/11 já. E desde muito tempo não escrevo aqui.
Queria voltar pra este meu 'diário virtual', mas ando sem internet em casa.
Só pra constar como justificativa mesmo...
Queria voltar pra este meu 'diário virtual', mas ando sem internet em casa.
Só pra constar como justificativa mesmo...
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