Por que algum rumo sempre deve ser dado ao produto da massa cinzenta. Sempre.
quarta-feira
Das escolhas que se faz [Ou não se faz]
A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: "Nós somos a soma das nossas decisões".
Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.
Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção,estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida".
Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades.
As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços...
Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.
Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado. Por isso é tão importante o auto conhecimento. Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: Ninguém é o mesmo para sempre.
Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido. A estrada é longa e o tempo é curto.Não se pode deixar de fazer nada que se queira, mas deve-se ter responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências de todas essas ações.
Nossas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado. E ninguém pode optar por nós.
Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.
Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção,estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida".
Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades.
As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços...
Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.
Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado. Por isso é tão importante o auto conhecimento. Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: Ninguém é o mesmo para sempre.
Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido. A estrada é longa e o tempo é curto.Não se pode deixar de fazer nada que se queira, mas deve-se ter responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências de todas essas ações.
Nossas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado. E ninguém pode optar por nós.
terça-feira
Vai passar
tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está aí, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada ‘impulso vital’. Pois esse impulso,às vezes cruel porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento, te surpreenderás pensando algo assim como “estou contente outra vez”.
sexta-feira
Cada um tem em si, um pouco de Deus. Isso deveria ser mais valorizado. Um pouco disso que vou escrever, são palavras bastante repetidas, " mas
quais são as palavras que nunca são ditas?".
A vida é uma só. E foi uma só pra tantos que sempre deixaram tudo pra depois, e hoje já nem estão mais aqui, porque o fim deles chegou. Pra alguns mais cedo, pra outros não. Mas pra todos. E pra aqueles que ainda não chegou, vai chegar. É a unica verdade. Buscamos tantas formas de viver, tantas teorias, e acabamos todos da mesma maneira.
Todos tem o seu tempo, e a verdade é essa. Quando a morte aparece, nada mais tem importância, a não ser a vontade de continuar respirando; nem vem na mente quanto dinheiro estamos deixando, nem carro, nem casa. Tudo isso é nada. Só se quer respirar e viver, pois nos lembramos de quantas coisas não fizemos, quantos sonhos não realizamos, e que nem dissemos o quanto aquela pessoa era importante. Já era.
"Dizem que quem espera sempre alcança, então eu esperei. mas eu não alcancei."
É isso que alguns dizem quando chega o fim da linha. A mediocridade foi a única conquista. Mas eu não quero que seja a minha.
Eu não busco tanto. Eu quero demais tudo que tenho, busco a essência, a existência.
" Às vezes na derrota, está a chave da próxima vitória". Eu quero o verdadeiro das coisas mais simples. Não é doutrina de que a minha maneira tá certa. Não é pra ditar regra alguma. Eu bolei minha própria teoria, e nela eu sigo, e quero ser única cobaia. Liberdade de escolha.
Simplificar as coisas. Alguns encontram coisas complexas, vão atrás, buscam entender, e se enrolam mais e mais.
O que se passa comigo, com ele e com ela, não muda muito. No fundo, somos apenas crianças. Aprendemos as diferenças, mas não vemos nossas semelhanças. Procuramos etês e cometas, e nem cumprimentamos nossos vizinhos.
O tempo é um rio. E jogamos tanto lixo nele...Mas ele sempre leva embora. Problema é que o rio seca, mas aí já é tarde.
Esperamos um milagre do céu, porque nos ensinaram que "Deus proverá". Mas o maior presente que nos é dado, é a capacidade de respirar, de pensar, de amar. Ele deu a vida, e um dia Ele vai tirar.
Então, têm que usufruir da vida enquanto dá. O momento é sempre esse, a hora é sempre agora.
Cada um é uma obra-prima, não é necessário ninguém nem nada pra completar.
Se der sorte, antes de ir, vai encontrar aquela alma-gêmea, mas não dá par dormir enquanto espera.
Quem olha pra fora sonha. Quem olha pra dentro, vive.
Algumas coisas te complemetam e te fazem bem. Mas sozinho já se é completo, e forte, e poderoso. Acredite. Existe um lugar dentro de acda um, onde ninguém se infiltra. Que ninguém pode roubar, ou vender, e que sómente se aprimora. Chamam de ALMA.
Paciência é bom, mas muita é perigoso. Muitos esperam a vida toda por algum sinal, que muitas vezes nem vem. E acabam sem ter feito nada.
Esse é meu maior medo. Por isso, o objetivo é pelo menos, na minha hora de prestar contas, eu possa dizer que, fiz pouco, tive quase nada. Mas o que tive, eu amei muito. Eu quis muito. E se não tive mais, não foi por falta de tentativa. Que o melhor, eu dei, mas que também, não me puni muito pra isso.
A vida é uma só. E foi uma só pra tantos que sempre deixaram tudo pra depois, e hoje já nem estão mais aqui, porque o fim deles chegou. Pra alguns mais cedo, pra outros não. Mas pra todos. E pra aqueles que ainda não chegou, vai chegar. É a unica verdade. Buscamos tantas formas de viver, tantas teorias, e acabamos todos da mesma maneira.
Todos tem o seu tempo, e a verdade é essa. Quando a morte aparece, nada mais tem importância, a não ser a vontade de continuar respirando; nem vem na mente quanto dinheiro estamos deixando, nem carro, nem casa. Tudo isso é nada. Só se quer respirar e viver, pois nos lembramos de quantas coisas não fizemos, quantos sonhos não realizamos, e que nem dissemos o quanto aquela pessoa era importante. Já era.
"Dizem que quem espera sempre alcança, então eu esperei. mas eu não alcancei."
É isso que alguns dizem quando chega o fim da linha. A mediocridade foi a única conquista. Mas eu não quero que seja a minha.
Eu não busco tanto. Eu quero demais tudo que tenho, busco a essência, a existência.
" Às vezes na derrota, está a chave da próxima vitória". Eu quero o verdadeiro das coisas mais simples. Não é doutrina de que a minha maneira tá certa. Não é pra ditar regra alguma. Eu bolei minha própria teoria, e nela eu sigo, e quero ser única cobaia. Liberdade de escolha.
Simplificar as coisas. Alguns encontram coisas complexas, vão atrás, buscam entender, e se enrolam mais e mais.
O que se passa comigo, com ele e com ela, não muda muito. No fundo, somos apenas crianças. Aprendemos as diferenças, mas não vemos nossas semelhanças. Procuramos etês e cometas, e nem cumprimentamos nossos vizinhos.
O tempo é um rio. E jogamos tanto lixo nele...Mas ele sempre leva embora. Problema é que o rio seca, mas aí já é tarde.
Esperamos um milagre do céu, porque nos ensinaram que "Deus proverá". Mas o maior presente que nos é dado, é a capacidade de respirar, de pensar, de amar. Ele deu a vida, e um dia Ele vai tirar.
Então, têm que usufruir da vida enquanto dá. O momento é sempre esse, a hora é sempre agora.
Cada um é uma obra-prima, não é necessário ninguém nem nada pra completar.
Se der sorte, antes de ir, vai encontrar aquela alma-gêmea, mas não dá par dormir enquanto espera.
Quem olha pra fora sonha. Quem olha pra dentro, vive.
Algumas coisas te complemetam e te fazem bem. Mas sozinho já se é completo, e forte, e poderoso. Acredite. Existe um lugar dentro de acda um, onde ninguém se infiltra. Que ninguém pode roubar, ou vender, e que sómente se aprimora. Chamam de ALMA.
Paciência é bom, mas muita é perigoso. Muitos esperam a vida toda por algum sinal, que muitas vezes nem vem. E acabam sem ter feito nada.
Esse é meu maior medo. Por isso, o objetivo é pelo menos, na minha hora de prestar contas, eu possa dizer que, fiz pouco, tive quase nada. Mas o que tive, eu amei muito. Eu quis muito. E se não tive mais, não foi por falta de tentativa. Que o melhor, eu dei, mas que também, não me puni muito pra isso.
Ah sim sim, pode-se pensar adiante. O pensamento tem poder, dizem. Mas não dá pra ficar só pensando. Potencial retido
Mas também há a nescessidade de dizer. Diz! Tem que falar tudo mesmo. Mas não adianta só falar, também é nescessário fazer. Porque, só vai saber o final, só vai ser feliz, depois que tudo acontecer.
Deixa em paz. Deixe viver.
Cada um sabe o que faz.
O que é que tem demais cada um ser o que é?
Cada coisa de uma vez.
Deixa em paz. Deixe viver.
Cada um sabe o que faz.
O que é que tem demais cada um ser o que é?
Cada coisa de uma vez.
Pode ver a linha do horizonte a levitar, evitando que o céu se desmonte?
Foi seguindo essa linha que notei que o mar na verdade é uma ponte. Atravessando-o chega-se a outros litorais. E no começo da pra reparar nas diferenças.
Mas com o tempo precebe-se como as vidas são iguais. Muito mais do que se pensa.
Mudam as caras.
Mas todas podem ter as mesmas expressões
Mudam as línguas mas todas têm suas palavras carinhosas e os seus calões.
As orações e os deuses também variam,mas o alívio que eles trazem vem do mesmo lugar.
Mudam os olhos e tudo que eles olham,mas quando molham todos olham com o mesmo olhar.
Seja onde for, uma lágrima de dor tem apenas um sabor e uma única aparência.
A palavra saudade só existe em português,mas nunca faltam nomes se o assunto é ausência.
A solidão apavora mas ter um amor encoraja.
Nosso peito muitas vezes aperta.
Nossa rota é incerta
Estamos sempre na corrida.
Mas o que não é incerto na vida?
Mas com o tempo precebe-se como as vidas são iguais. Muito mais do que se pensa.
Mudam as caras.
Mas todas podem ter as mesmas expressões
Mudam as línguas mas todas têm suas palavras carinhosas e os seus calões.
As orações e os deuses também variam,mas o alívio que eles trazem vem do mesmo lugar.
Mudam os olhos e tudo que eles olham,mas quando molham todos olham com o mesmo olhar.
Seja onde for, uma lágrima de dor tem apenas um sabor e uma única aparência.
A palavra saudade só existe em português,mas nunca faltam nomes se o assunto é ausência.
A solidão apavora mas ter um amor encoraja.
Nosso peito muitas vezes aperta.
Nossa rota é incerta
Estamos sempre na corrida.
Mas o que não é incerto na vida?
A vida é feita de pequenos nadas que agente saboreia, mas não dá valor.
Um pensamento, uma palavra, uma risada
Uma noite enluarada ou um sol a se pôr
Um bom dia, um boa tarde, um por favor
Simpatia é quase amor
Uma luz acendendo, uma barriga crescendo
Uma criança nascendo, obrigado senhor!
Seja lá quem for o senhor
Seja lá quem for a senhora
A quem quiser me ouvir e a mim mesma
Eu preciso dizer tudo o que eu estou dizendo agora
Preciso acreditar na comunicação,não há melhor antídoto pra solidão
E é por isso que eu não fico satisfeita em só sentir o que eu sinto.
Se o que sinto fica só no meu peito, por mais que eu seja egoísta, divido minhas derrotas e minhas conquistas. Incertezas e coisas esquisitas.
Nada disso me pertence
É tudo temporário no tapete voador do calendário.
Já que temos forças pra somar e dividir
Enquanto estivermos aqui
Se me ouvires cantando, canta comigo
Se me vires chorando, sorri
Uma noite enluarada ou um sol a se pôr
Um bom dia, um boa tarde, um por favor
Simpatia é quase amor
Uma luz acendendo, uma barriga crescendo
Uma criança nascendo, obrigado senhor!
Seja lá quem for o senhor
Seja lá quem for a senhora
A quem quiser me ouvir e a mim mesma
Eu preciso dizer tudo o que eu estou dizendo agora
Preciso acreditar na comunicação,não há melhor antídoto pra solidão
E é por isso que eu não fico satisfeita em só sentir o que eu sinto.
Se o que sinto fica só no meu peito, por mais que eu seja egoísta, divido minhas derrotas e minhas conquistas. Incertezas e coisas esquisitas.
Nada disso me pertence
É tudo temporário no tapete voador do calendário.
Já que temos forças pra somar e dividir
Enquanto estivermos aqui
Se me ouvires cantando, canta comigo
Se me vires chorando, sorri
"(...)Mas, nenhuma palavra me fascinava tanto quanto defenestração. A principio, foi o fascínio da ignorância. Eu não sabia seu significado,
nunca me lembrava de procurar no dicionário e imaginava coisas. Defenestrar deveria ser um ato exótico praticado por poucas pessoas. Tinha até um certo tom lúbrico. Galanteadores de calçada deveriam sussurrar ao ouvido de mulheres:
- Defenestras?
A resposta seria um tapa na cara. Mas, algumas… Ah, algumas defenestravam.
Também podia ser algo contra pragas e insetos. As pessoas talvez mandassem defenestrar a casa. Haveria, assim, defenestradores profissionais.
Ou quem sabe seria uma daquelas misteriosas palavras que encerram os documentos formais? “Nesses termos , pede defenestração..” Era uma palavra cheia de implicações. Devo até tê-la usado uma ou outra vez, como em?
-Aquele é um defenestrado.
Dando a entender que era uma pessoa, assim, como dizer? Defenestrada. Mesmo errada era a palavra exata.
Um dia, finalmente, procurei no dicionário. E aí está o Aurelião que não me deixa mentir. “Defenestração” vem do francês “Defenestration”. Substantivo feminino. Ato de atirar alguém ou algo pela janela.
Ato de atirar alguém ou algo pela janela!
Acabou a minha ignorância, mas não minha fascinação. Um ato como esse só tem nome próprio e lugar nos dicionários por alguma razão muito forte. Afinal, não existe, que eu saiba, nenhuma palavra para o ato de atirar alguém ou algo pela porta, ou escada a baixo. Por que então, defenestração?
Talvez fosse um hábito francês que caiu em desuso. Como o rapé. Um vício como o tabagismo ou as drogas, suprimido a tempo.
- Lês defenestrations. Devem ser proibidas.
- Sim, monsieur le Ministre.
- São um escândalo nacional. Ainda mais agora, com os novos prédios.
- Sim, monsieur lê Mnistre.
-Com prédios de três, quatro andares, ainda era possível. Até divertido. Mas, daí para cima vira crime. Todas as janelas do quarto andar para cima devem ter um cartaz: “Interdit de defenestrer”. Os transgressores serão multados. Os reincidentes serão presos.
Na Bastilha, o Marquês de Sade deve ter convivido com notórios defenestreurs. E a compulsão, mesmo suprimida, talvez ainda persista no homem, como persiste na sua linguagem. O mundo pode estar cheio de defenestradores latentes.
- É essa estranha vontade de jogar alguém ou algo pela janela, doutor…
- Humm, O Impulsus defenestrex de que nos fala Freud. Algo a ver com a mãe. Nada com o que se preocupar – diz o analista, afastando se da janela.
Quem entre nós nunca sentiu a compulsão de atirar alguém ou algo pela janela? A basculante foi inventada para desencorajar a defenestração. Toda a arquitetura moderna, com suas paredes externas de vidro reforçado e sem aberturas, pode ser uma reação inconsciente a esta volúpia humana, nunca totalmente dominada.
Na lua-de-mel, numa suíte matrimonial no 17º andar.
-Querida…
- Mmmm?
-Há uma coisa que preciso lhe dizer…
-Fala amor.
-Sou um defenestrador.
E a noiva, na inocência, caminha para a cama:
- Estou pronta pra experimentar tudo com você. Tudo!
Uma multidão cerca o homem que acaba de cair na calçada. Entre gemidos, ele aponta para cima e balbucia:
- Fui defenestrado…
Alguém comenta:
- Coitado. E depois ainda atiraram ele pela janela."
- Defenestras?
A resposta seria um tapa na cara. Mas, algumas… Ah, algumas defenestravam.
Também podia ser algo contra pragas e insetos. As pessoas talvez mandassem defenestrar a casa. Haveria, assim, defenestradores profissionais.
Ou quem sabe seria uma daquelas misteriosas palavras que encerram os documentos formais? “Nesses termos , pede defenestração..” Era uma palavra cheia de implicações. Devo até tê-la usado uma ou outra vez, como em?
-Aquele é um defenestrado.
Dando a entender que era uma pessoa, assim, como dizer? Defenestrada. Mesmo errada era a palavra exata.
Um dia, finalmente, procurei no dicionário. E aí está o Aurelião que não me deixa mentir. “Defenestração” vem do francês “Defenestration”. Substantivo feminino. Ato de atirar alguém ou algo pela janela.
Ato de atirar alguém ou algo pela janela!
Acabou a minha ignorância, mas não minha fascinação. Um ato como esse só tem nome próprio e lugar nos dicionários por alguma razão muito forte. Afinal, não existe, que eu saiba, nenhuma palavra para o ato de atirar alguém ou algo pela porta, ou escada a baixo. Por que então, defenestração?
Talvez fosse um hábito francês que caiu em desuso. Como o rapé. Um vício como o tabagismo ou as drogas, suprimido a tempo.
- Lês defenestrations. Devem ser proibidas.
- Sim, monsieur le Ministre.
- São um escândalo nacional. Ainda mais agora, com os novos prédios.
- Sim, monsieur lê Mnistre.
-Com prédios de três, quatro andares, ainda era possível. Até divertido. Mas, daí para cima vira crime. Todas as janelas do quarto andar para cima devem ter um cartaz: “Interdit de defenestrer”. Os transgressores serão multados. Os reincidentes serão presos.
Na Bastilha, o Marquês de Sade deve ter convivido com notórios defenestreurs. E a compulsão, mesmo suprimida, talvez ainda persista no homem, como persiste na sua linguagem. O mundo pode estar cheio de defenestradores latentes.
- É essa estranha vontade de jogar alguém ou algo pela janela, doutor…
- Humm, O Impulsus defenestrex de que nos fala Freud. Algo a ver com a mãe. Nada com o que se preocupar – diz o analista, afastando se da janela.
Quem entre nós nunca sentiu a compulsão de atirar alguém ou algo pela janela? A basculante foi inventada para desencorajar a defenestração. Toda a arquitetura moderna, com suas paredes externas de vidro reforçado e sem aberturas, pode ser uma reação inconsciente a esta volúpia humana, nunca totalmente dominada.
Na lua-de-mel, numa suíte matrimonial no 17º andar.
-Querida…
- Mmmm?
-Há uma coisa que preciso lhe dizer…
-Fala amor.
-Sou um defenestrador.
E a noiva, na inocência, caminha para a cama:
- Estou pronta pra experimentar tudo com você. Tudo!
Uma multidão cerca o homem que acaba de cair na calçada. Entre gemidos, ele aponta para cima e balbucia:
- Fui defenestrado…
Alguém comenta:
- Coitado. E depois ainda atiraram ele pela janela."
Gatos são criaturas que sempre me causaram um certo dilema.
Desde pequena,sempre andando com meninos, aprendi a sentir aversão à gatos. Talvez meninos achem muito gay gostar de gato. Não deve pegar muito bem pra imagem deles e tal.
Depois, minha mãe alugou ' A Dama e o Vagabundo' pra eu assistir, consolidando assim, a minha hipótese de que gatos eram seres aversivos.
Porém, no fundo, sempre me causaram fascínio...Aqueles animais flutuantes, tão supremos e cheios de si. Enquanto cães vinham e faziam festa pra quem chegasse, gatos eram tão independentes!
Até que um dia, resolvi deixar meu preconceito de lado, e decidi que era hora de ter um pra mim.
De quebra, peguei logo dois.
Que bom de aprender com eles!Quanta coisa pude reparar, analisar... E confirmar: São mesmo fascinantes esses gatos!
Eles são sábios e inquietantes,eles se bastam. Só amam a quem julgam merecer.
Aqueles gritos chatos, que incomodam a tanta gente, são as negativas da gata para o acasalamento. Elas desafiam o macho primeiro a namorá-las, acarinhá-las pra só depois 'consumar o ato'
Mas a principal característica desses animais, é que eles não satisfazem as necessidades doentias do amor dos humanos.
Um gato só aceita uma relaçao de independencia e afeto. Ele não gsta de alguém porque precisa gostar pra se sentir melhor. Ele não pede amor, tampouco depende dele. Mas quando o sente, é capaz de amar muito. Talvez o gato não enxergue a aparência do homem. Ele deve nos enxergar por dentro e pelo nosso avesso.
A relação dele com o ser humano, dizem, é com o que está oculto, e nem queremos saber ou podemos ver.
Quando surge nele um ato de entrega, quando ele pula no colo de alguém e se aninha espreguiçando, é um gesto muito verdadeiro, que não pode ser desdenhado.
É um gesto de extrema confiança que honra quem o está recebendo, pois significa um julgamento.
Ninguém na natureza aprendeu a bastar-se (até mesmo na higiene) a si mesmo como o gato. Gatos são muito ligados a superstições, justamente por conta de sua intuição e de sua força regeneradora.
Outra coisa também, que acho muito curioso, é que, quando se sentem ameaçados, ao invés de correrem no sentido contrário, passam correndo ao lado do perigo, como se quisessem mostrar que não se intimidam tanto,eles fogem, mas com a impressão de estarem desafiando.
É pena que o Fidel (meu gato) tenha sumido. Essa noite sonhei com ele. Talvez tenha me inspirado a escrever aqui de novo.
Depois, minha mãe alugou ' A Dama e o Vagabundo' pra eu assistir, consolidando assim, a minha hipótese de que gatos eram seres aversivos.
Porém, no fundo, sempre me causaram fascínio...Aqueles animais flutuantes, tão supremos e cheios de si. Enquanto cães vinham e faziam festa pra quem chegasse, gatos eram tão independentes!
Até que um dia, resolvi deixar meu preconceito de lado, e decidi que era hora de ter um pra mim.
De quebra, peguei logo dois.
Que bom de aprender com eles!Quanta coisa pude reparar, analisar... E confirmar: São mesmo fascinantes esses gatos!
Eles são sábios e inquietantes,eles se bastam. Só amam a quem julgam merecer.
Aqueles gritos chatos, que incomodam a tanta gente, são as negativas da gata para o acasalamento. Elas desafiam o macho primeiro a namorá-las, acarinhá-las pra só depois 'consumar o ato'
Mas a principal característica desses animais, é que eles não satisfazem as necessidades doentias do amor dos humanos.
Um gato só aceita uma relaçao de independencia e afeto. Ele não gsta de alguém porque precisa gostar pra se sentir melhor. Ele não pede amor, tampouco depende dele. Mas quando o sente, é capaz de amar muito. Talvez o gato não enxergue a aparência do homem. Ele deve nos enxergar por dentro e pelo nosso avesso.
A relação dele com o ser humano, dizem, é com o que está oculto, e nem queremos saber ou podemos ver.
Quando surge nele um ato de entrega, quando ele pula no colo de alguém e se aninha espreguiçando, é um gesto muito verdadeiro, que não pode ser desdenhado.
É um gesto de extrema confiança que honra quem o está recebendo, pois significa um julgamento.
Ninguém na natureza aprendeu a bastar-se (até mesmo na higiene) a si mesmo como o gato. Gatos são muito ligados a superstições, justamente por conta de sua intuição e de sua força regeneradora.
Outra coisa também, que acho muito curioso, é que, quando se sentem ameaçados, ao invés de correrem no sentido contrário, passam correndo ao lado do perigo, como se quisessem mostrar que não se intimidam tanto,eles fogem, mas com a impressão de estarem desafiando.
É pena que o Fidel (meu gato) tenha sumido. Essa noite sonhei com ele. Talvez tenha me inspirado a escrever aqui de novo.
terça-feira
Se um cachorro fosse nosso professor, aprenderíamos coisas assim:
quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro. Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto. Mostre aos outros que estão invadindo o seu território. Tire uma sonequinha sempre e espreguice antes de levantar. Corra, pule e brinque todos os dias. Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem. Não morda quando um simples rosnado resolve a situação. Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidos e deite debaixo da sombra de uma árvore. Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo. Não importa quantas vezes o outro te magoa...volte e faça as pazes novamente. Aproveite o prazer de uma longa caminhada. Se alimente com gosto e entusiasmo. Nunca pretenda ser o que você não é. Se você quer se deitar embaixo da terra, cave fundo até conseguir. E o MAIS importante de tudo...Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar
segunda-feira
Houve dias que não escrevi por falta de inspiração. Houve dias que não escrevi por inspiração demais e tempo de menos. Em todos os outros,
Em todos os outros, não escrevi porque pra escrever preciso da minha mente em paz (ou incrivelmente entupida de dúvidas), preciso da minha música ao fundo, do chimarrão perto,e do barulho gostoso das teclas a cada palavra. E claro, da TPM.
E hoje subitamente recuperei tudo, ou pelo menos parte disso. Recuperei porque percebi o quão mais solta eu fico defenestrando meus pensamentos, e até usando essas palavras conotativamente como quem não quer saber de regra nenhuma... Acho que ligar o foda-se pra algumas horas de estudo, de coisas mesquinhas também ajudou, aliás, o exercício pro ENEM fica pra amanhã de manhã. E daí?
De vez em quando acho bom deixar a parte superficial da nossa existência de lado, pra ficar olhando as estrelas no telhado de casa até mais tarde, pra caminhar sem rumo por aí ou pra botar a música no volume máximo e esquecer do mundo. Ou simplesmente pra escrever.
Quem sabe meu estilo tenha mudado um pouco, e por medo todo esse tempo escrevi só no meu caderno, escondido ao lado da cama. Daqueles textos opinativos sobre assuntos polêmicos, sobraram meu português agora não tão atualizado e todo o meu sentimentalismo. Não é de todo ruim, só deixei as dores do mundo de lado por um tempo, prá cuidar de mim, e pra amar.
O que importa é que toda aquela minha mania de escrever se libertou outra vez, e é tão melhor assim! Pensei em fazer um blog pro meu sentimentalismo, outro prás minhas idéias, outro pros meus planos, outro pro meu dia-a-dia, outro pros meu amor, outro pra criticar o mundo inteirinho...
Mas isso seria uma fragmentação exagerada da minha personalidade. Agora eu vi que a graça é tudo junto mesmo, misturado, confuso e louco; assim como eu sou.
E hoje subitamente recuperei tudo, ou pelo menos parte disso. Recuperei porque percebi o quão mais solta eu fico defenestrando meus pensamentos, e até usando essas palavras conotativamente como quem não quer saber de regra nenhuma... Acho que ligar o foda-se pra algumas horas de estudo, de coisas mesquinhas também ajudou, aliás, o exercício pro ENEM fica pra amanhã de manhã. E daí?
De vez em quando acho bom deixar a parte superficial da nossa existência de lado, pra ficar olhando as estrelas no telhado de casa até mais tarde, pra caminhar sem rumo por aí ou pra botar a música no volume máximo e esquecer do mundo. Ou simplesmente pra escrever.
Quem sabe meu estilo tenha mudado um pouco, e por medo todo esse tempo escrevi só no meu caderno, escondido ao lado da cama. Daqueles textos opinativos sobre assuntos polêmicos, sobraram meu português agora não tão atualizado e todo o meu sentimentalismo. Não é de todo ruim, só deixei as dores do mundo de lado por um tempo, prá cuidar de mim, e pra amar.
O que importa é que toda aquela minha mania de escrever se libertou outra vez, e é tão melhor assim! Pensei em fazer um blog pro meu sentimentalismo, outro prás minhas idéias, outro pros meus planos, outro pro meu dia-a-dia, outro pros meu amor, outro pra criticar o mundo inteirinho...
Mas isso seria uma fragmentação exagerada da minha personalidade. Agora eu vi que a graça é tudo junto mesmo, misturado, confuso e louco; assim como eu sou.
quinta-feira
Político bom, é político... aposentado
Eu não quero generalizar então, vá lá, não quis escrever MORTO porque, às vezes, tem um político honesto.
E, como eu não quero generalizar mesmo, não to aqui falando da nossa falida e conchavada política brasileira. Hoje eu quero escrever o que de pior o Grêmio tem ultimamente: os politiqueiros.
Eu não gosto de política, ou de políticos. Eu acho que uma adminsitração se faz com competência, não com puxa-saquismos e puxadas-de-tapete. E eu acho que é isso que tá abundante no Olímpico, e não é de hoje.
Mesmo à distância, e odiando o assunto, não tem como não perceber que o maior câncer do Grêmio hoje se esconde nas salas do conselho.
E a culpa de tudo isso é do cartola FDP que joga na imprensa notícia pela metade. Do sócio amendoim que só quer saber de reclamar. Da torcida organizada (e sim, to falando da GERAL) que se acha no direito de cobrar ajuda financeira pra torcer pelo time do coração. Do Odone, que usou a gestão dele pra dividir cada departamento para cada movimento, criando a rixa. Do Duda, que não tem sustentação nem pulso firme pra dar um jeito nisso. E finalmente, dos cardeais… Cadê o Koff, o Cacalo, o Dourado na hora de aglutinar todos os gremistas pro que realmente importa: fazer o Grêmio mais uma vez VENCEDOR?
O time voltou a jogar? Acho que sim. Alguns jogadores tavam fazendo corpo mole? Acho que sim. O Silas tem responsabilidade nisso? Acho que tem.
MAS ME RESPONDE: SE O NAVIO NÃO TEM CAPITÃO, O TIMONEIRO FAZ O QUÊ?
Boleiro é boleiro, tanto faz se tá jogando pelo Grêmio ou outro time. O amor pela camisa morreu, e só a torcida ainda sofre por isso. E por isso hoje em dia é tão importante a presença forte de um ADMINISTRADOIR dentro do vestiário. Tanto quanto um TÉCNICO.
Essa bagacerada que leva a vida chutando a redonda é tudo cobra criada: se vê o troço bagunçado, com rixa, tira proveito pra se jogar nas cordas.
E O TRISTE É QUE A MAIORIA DA TORCIDA ENTRA NA ONDA DO JOGUINHO POLÍTICO E, EM VEZ DE AJUDAR, SÓ ATRAPALHA.
É desabafo? É. E eu sei que vai ter meia dúzia enchendo o blog de desaforo por que eu ousei falar mal de A ou B.
Mas a política mais um a vez tá afundando o Grêmio.
A verdade é essa. Só não vê quem não quer.
(de algum blog, que infelizmente não lembro qual)
E, como eu não quero generalizar mesmo, não to aqui falando da nossa falida e conchavada política brasileira. Hoje eu quero escrever o que de pior o Grêmio tem ultimamente: os politiqueiros.
Eu não gosto de política, ou de políticos. Eu acho que uma adminsitração se faz com competência, não com puxa-saquismos e puxadas-de-tapete. E eu acho que é isso que tá abundante no Olímpico, e não é de hoje.
Mesmo à distância, e odiando o assunto, não tem como não perceber que o maior câncer do Grêmio hoje se esconde nas salas do conselho.
E a culpa de tudo isso é do cartola FDP que joga na imprensa notícia pela metade. Do sócio amendoim que só quer saber de reclamar. Da torcida organizada (e sim, to falando da GERAL) que se acha no direito de cobrar ajuda financeira pra torcer pelo time do coração. Do Odone, que usou a gestão dele pra dividir cada departamento para cada movimento, criando a rixa. Do Duda, que não tem sustentação nem pulso firme pra dar um jeito nisso. E finalmente, dos cardeais… Cadê o Koff, o Cacalo, o Dourado na hora de aglutinar todos os gremistas pro que realmente importa: fazer o Grêmio mais uma vez VENCEDOR?
O time voltou a jogar? Acho que sim. Alguns jogadores tavam fazendo corpo mole? Acho que sim. O Silas tem responsabilidade nisso? Acho que tem.
MAS ME RESPONDE: SE O NAVIO NÃO TEM CAPITÃO, O TIMONEIRO FAZ O QUÊ?
Boleiro é boleiro, tanto faz se tá jogando pelo Grêmio ou outro time. O amor pela camisa morreu, e só a torcida ainda sofre por isso. E por isso hoje em dia é tão importante a presença forte de um ADMINISTRADOIR dentro do vestiário. Tanto quanto um TÉCNICO.
Essa bagacerada que leva a vida chutando a redonda é tudo cobra criada: se vê o troço bagunçado, com rixa, tira proveito pra se jogar nas cordas.
E O TRISTE É QUE A MAIORIA DA TORCIDA ENTRA NA ONDA DO JOGUINHO POLÍTICO E, EM VEZ DE AJUDAR, SÓ ATRAPALHA.
É desabafo? É. E eu sei que vai ter meia dúzia enchendo o blog de desaforo por que eu ousei falar mal de A ou B.
Mas a política mais um a vez tá afundando o Grêmio.
A verdade é essa. Só não vê quem não quer.
(de algum blog, que infelizmente não lembro qual)
terça-feira
A IDÉIA É A ROTINA DO PAPEL
O céu é a rotina do edifício
O inicio é a rotina do final
A escolha é a rotina do gosto
A rotina do espelho é o oposto
A rotina do jornal é o fato
A celebridade é a rotina do boato
A rotina da mão é o toque
A rotina da garganta é o rock
O coração é a rotina da batida
A rotina do equilíbrio é a medida
O vento é a rotina do assobio
A rotina da pele é o arrepio
A rotina do perfume é a lembrança
O pé é a rotina da dança
Julieta é a rotina do queijo
A rotina da boca é o desejo
A rotina do caminho é a direção
A rotina do destino é a certeza
Toda rotina tem a sua beleza.”
sempre achei isso foda...
O inicio é a rotina do final
A escolha é a rotina do gosto
A rotina do espelho é o oposto
A rotina do jornal é o fato
A celebridade é a rotina do boato
A rotina da mão é o toque
A rotina da garganta é o rock
O coração é a rotina da batida
A rotina do equilíbrio é a medida
O vento é a rotina do assobio
A rotina da pele é o arrepio
A rotina do perfume é a lembrança
O pé é a rotina da dança
Julieta é a rotina do queijo
A rotina da boca é o desejo
A rotina do caminho é a direção
A rotina do destino é a certeza
Toda rotina tem a sua beleza.”
sempre achei isso foda...
Só não me acorda, se for sonho
"...deixa a vida te embalar,
o barulho te corroer,
a bagunça te entreter,
o sonho te alcançar,
a emoção te dominar.
Deixa tudo te doer.
E vive."
o barulho te corroer,
a bagunça te entreter,
o sonho te alcançar,
a emoção te dominar.
Deixa tudo te doer.
E vive."
O principal
fica sempre protegido. Entre parênteses ou dentro do peito.
O resto orbita. Mutável, ao redor.
O resto orbita. Mutável, ao redor.
AAAAAAAAAAAAh um poeeeema!!! *_____*
Na verdade eu não tenho muito para lhe oferecer
Não possuo nada de extraordinário
Não sou um gênio
Não tenho um coração livre de impurezas
Não sou dona da beleza mais magnífica do planeta
Na verdade posso não ter o suficiente para lhe ofertar
Apenas a minha visão sobre o amor e o mundo e as noites
Apenas as minhas mãos claras
Apenas a minha alma transparente
Apenas a minha boca cor de maçã
Apenas o que é meu e posso lhe doar, sem pedir nada em troca:
Meu amor.
Sou forte. Em alguns dias acho que sou fraca. E boba.
Preciso de um lugar onde enfiar a cara pra esconder as lágrimas. Aí penso que não sou tão forte assim e começo a olhar pra mim. Sou forte sim, mas choro. Bom ser gente. Ser humana. Manhosa. Quero que as coisas aconteçam já, logo, de uma vez. Quero que meus erros não me impeçam de continuar olhando para a frente. E quero continuar errando, pois não quero tentar ser perfeita. Tampouco quero ser comum e (e que quer?). Quero ser simplesmente eu. Quero rir, sorrir e chorar. Sentir friozinho na barriga, nó no peito, tremedeira nas pernas. Sentir que as coisas funcionam e que tenho que trocar de jeito quando insisto em algo que não dá resultado. Quero aprender e, ainda assim, continuar criança. Ficar no sol e sentir o vento gelado no nariz. Quero sentir cheiro de grama cortada e café passado. Cheiro de chuva, de flor, cheiro de vida. Aprecio as coisas simples e quero continuar descomplicando o que parece complicado. Se der pra resolver, vamos lá! Se não dá, deixa pra lá. A vida não é complicada e nem difícil, tudo depende de como a gente encara e se impõe. Quero ser eu, com minha cara azeda e absurdamente açucarada. Não quero saber tudo e nem ser racional. Quero continuar mantendo o meu cérebro no lugar onde ele se encontra: meu coração. E essa é a melhor parte de mim.
Sempre procuro
palavras bonitas para te escrever. Vasculhando dicionários, gavetas e gramáticas,textos, músicas e poemas. Mas nunca encontro nada que possa dar uma definição exata das coisas que sinto. Do tamnho do meu sentimento por ti.
O que eu peço, é que você seja sempre verdade também.
Que me queira assim, imperfeita e cheia de confusões. Que saiba os momentos em que eu preciso de uma mão passando entre os fios de cabelo. Que perceba que às vezes tudo o que eu preciso é do silêncio e do barulho da nossa respiração. Que veja que eu me esforço de um jeito (muitas vezes)nem sempre certo. Que veja lá na frente uma estrada, inteiramente nossa, mesmo que, sabemos, as estradas sejam muitas, sempre cheias de opções e curvas. E que aceite que buracos sempre terão.
" você senta no chão. sabe trocar lâmpadamata inseto. abre potes de palmito. brinca de lutinha. fala palavrão. paga as suas contas. e não fala miando
você não é mulherzinha, mas chora em filmes de amor e está sempre bonita e cheirosa. não é mulherzinha, mas não lava a louça no dia em que fez a unha.
você não é fresca, mas gosta de ser cuidada. curte um mimo, carinho, dengo e proteção. adora chocolates, gosta de romance de portão e gestos e demonstrações de afeto."
você não é fresca, mas gosta de ser cuidada. curte um mimo, carinho, dengo e proteção. adora chocolates, gosta de romance de portão e gestos e demonstrações de afeto."
O amor não é uma desculpa. Você não pode justificar o ciúme com o amor.
Sinto ciúme de você porque te amo demais. Eu já disse isso, mas hoje vejo diferente. Se eu amo demais, o problema é meu. Dizer que ama e quantificar o amor só serve para quem sente. Se eu tenho o maior amor do mundo, o mais puro e o que mais me faz feliz o problema é exclusivamente meu. Sabe por quê? Não importa o amor que eu sinto, não para o outro. Para o outro importa como eu demonstro, me comporto e vivo esse amor. O que adianta eu dizer que o meu amor é o mais puro de todos se eu não mostro isso? O amor não é uma palavra bonita. O maior problema do mundo, hoje, é esse. As pessoas acham que falar basta. Não, falar não basta. O amor não tem que ser dito, ele precisa ser sentido, senão ele não vive.
quinta-feira
Porque,
é como ter uma ordem: "vá, mas vá como se não precisasse voltar."
e ainda assim, eu volto.
Eu voltaria todos os dias.
de livre e espontânea vontade.
e ainda assim, eu volto.
Eu voltaria todos os dias.
de livre e espontânea vontade.
Algumas coisas não são pra mim.
Mesmo que sejam lindas, boas, extremamente benéficas e desejáveis.
É como ver um sapato lindíssimo. Mas lindíssimo em outra pessoa, porque sabe que pra ti, não ficaria assim tão bom.
É como ver um sapato lindíssimo. Mas lindíssimo em outra pessoa, porque sabe que pra ti, não ficaria assim tão bom.
E aí me disseram: Vai em frente! E eu pensei: " Pra onde?"
E aí? Acabou? Cadê tu? A hiena já foi? Ela mexeu contigo?
***************
Não adinta fingir que o tombo não doeu.Caiu? Então, não levanta. Permaneça no lugar até que a dor cesse. Não adianta levantar enquanto não sarou. Dizer que não doeu, não faz doer menos.
Fique como está. E deixe pra levantar-se forte e recuperado. Sem sentir dor alguma, para não cair mais.
***************
Não adinta fingir que o tombo não doeu.Caiu? Então, não levanta. Permaneça no lugar até que a dor cesse. Não adianta levantar enquanto não sarou. Dizer que não doeu, não faz doer menos.
Fique como está. E deixe pra levantar-se forte e recuperado. Sem sentir dor alguma, para não cair mais.
Maledeta! (by novela das 9)
TPM do caralho.
Bom, não é do caralho. Mas não to afim de rir nem dessa piada idiota.
Me bate o desespero por simplesmente não saber de como vai ser a minha vida. de não saber como vai ser ano que vem, de não saber nem o que eu quero fazer de faculdade, nem de onde vou morar. Eu queria uma certa estabilidade, eu queria poder fazer planos.
Tá. Mas eu não sei. Simplesmente não sei. Mas vou deixando. Uma hora, TEM que vir a luz. Comigo isso até ("até") dá certo..
Acho que preciso de férias.
Ou um porre.
Ou que me fale claramente.
Bom, não é do caralho. Mas não to afim de rir nem dessa piada idiota.
Me bate o desespero por simplesmente não saber de como vai ser a minha vida. de não saber como vai ser ano que vem, de não saber nem o que eu quero fazer de faculdade, nem de onde vou morar. Eu queria uma certa estabilidade, eu queria poder fazer planos.
Tá. Mas eu não sei. Simplesmente não sei. Mas vou deixando. Uma hora, TEM que vir a luz. Comigo isso até ("até") dá certo..
Acho que preciso de férias.
Ou um porre.
Ou que me fale claramente.
segunda-feira
Maria Manu
Do tipo de amor forte, especial e pétro, imutável. Imensurável.
unca consigo descrever muito ela.
Unicamente porque, qualquer coisa que eu diga, nunca vai fazer jus.
Eu nunca vou saber explicar o amor que se pode ter por um filho.
Desnecessário falar muito.
Eu tenho uma princesa em casa! Do jeito que se sonha com menininhas. Cachinhos, buchechas cor de rosa, carinhosa, e é um furacão.
unca consigo descrever muito ela.
Unicamente porque, qualquer coisa que eu diga, nunca vai fazer jus.
Eu nunca vou saber explicar o amor que se pode ter por um filho.
Desnecessário falar muito.
Eu tenho uma princesa em casa! Do jeito que se sonha com menininhas. Cachinhos, buchechas cor de rosa, carinhosa, e é um furacão.
"E mesmo sem te ver, acho que estou indo bem ..."
Faz um bom tempo que eu não escrevo, só pra variar um pouco. Eu diminuí o ritmo. Tem vezes que me vem idéias bem boas, mas como eu não anoto, acabam ficando esquecidas.
Não vou dar aquele desdobre antigo, de que a vida tá corrida, porque, ela continua praticamente do mesmo jeito (chatinha, mas eu até que gosto assim...)
A incidência de um amor na minha vida, ocupa os espaços que antes sobravam.
A vida é boa. Não que algumas vezes ela seja ruim. Mas quando se tem um amor, sabe-se sempre da existência de um sol que nunca para de brilhar, mesmo que visto de baixo, as nuvens de tempetade estejam pretas.
Houveram algumas coisas, com as quais eu nunca teria sonhado. Nem pesadelado.
O pai se foi. E ainda me é estranho e doloroso escrever sobre isso.
É velha e clichê e manjada, a histórinha do "filme que passa". E eu detesto repetir coisas. Mas funciona assim mesmo. Num momento , tu tem todos os planos do mundo. O caminho trilhado e sendo seguido em uma direção. Mas de repente, não mais que de repete, tu percebe o quão frágil é a vida.
Eu ia morar lá com ele, agora ainda na metade do ano. Seria bom. Falei disso pra ele, não fazia um dia ainda.
Porque a última vez que falei com ele, era de noite, eu tava saindo do cursinho.
Ele me ligou.
E de manhã, por volta das 11, ele se foi.
Daí me vêm na cabeça, todos os momentos que tive com ele. Todas as coisas que tão guardadas pra sempre, e as coisas que ele me ensinou.
De quando morávamos pra fora, dos cavalos, das vacas, e de ver ele fazendo a lida , e da vontade que me dava de ser menino, pra fazer as mesmas coisas.
De quando fui morar com ele, depois que se divorciou da mãe, de quando vomitei toda a escada, da maneira como ele cortava o meu cabelo,do jeito que estragou minha franja uma vez, do bubaloo que eu ganhava todo dia antes de ir pra aula, das aulas de laço, naquelas vacas paradas, e de como ele me deixava fazer o que quisesse na loja e com ele. Eu era a única criança da minha turma,que assistia Sai de Baixo.
Isso não era lá muito responsável da parte dele, mas pra um cara solteiro, é admirável. Era um solteirão com uma menininha.
Inventava mil histórias. Eu pedia pra ele me colocar no balé, mas ele me levava pro bar, pra assistir o jogo (quando não ouvíamos em casa mesmo, na Gaúcha AM).
Me deixa escolher minhas roupas pra ir pra aula.
E, depois que fui morar com a mãe, em outra cidade, nunca, NUNCA desistiu de mim. Mesmo que tivessem nos afastado, ele sempre quis me ver,sempre foi atrás, mesmo que eu dissesse que não queria vê-lo.
Eu nunca entendi muito sobre pais. Pra mim, eles não tinham a obrigação de gostar dos filhos, não precisavam se incomodar, afinal a "embuxada" era a mãe.
Era isso que eu ouvia enquanto crescia pelo menos.
E admirava aqueles caras nas pracinhas, com os filhos, que mostravam no rosto que realmente, REALMENTE estavam afim de estar lá. Que não era só obrigação. Que realmente amavam os filhos, e não se importavam de estar cheios de areia, de ficar embalando por 2456837 horas o mesmo brinquedo.
Depois de uns anos, depois que a manu já tava aí, foi quando comecei a conviver com ele de maneira mais seguido. Talvez ele tenha querido retomar o tempo perdido...
Em cada encontro, era tanta coisa por compartilhar, são tantas TANTAS lembranças, tanto aprendizado, tantos momentos,em tão pouco tempo! Como se ele tivesse zipado todos os momentos de toda uma vida. e passasse isso em um só final de semana.
Diz a Tia Paula que um dia antes do acidente, antes de me ligarem, o pai disse que era a pessoa mais feliz. Feliz por ter ela de mulher, e pelas filhas que tinha. Por , nos finais de semana, poder ir lá pra fora, e lidar com as coisas que ele gostava. Mas, que a felicidade só seria completa, somente no momento em que eu e a Manuella fossemos morar com eles. Pena, eu deveria ter ido antes. Nada me impedia.
Mas eu não estou com aquela culpa não. Não tenho outro arrependimento, senão, não ter passado mais tempo com ele.
Eu sempre fiz questão de agradecer cada conselho dado. Eu gostava de ser a " daddy's girl", acho que, mesmo sabendo das minhas imperfeições, ele se orgulhava de mim, pois se via em mim. Tanto na patetice, quanto na nossa fibra.
É nóis pai.
Não aprendi a tocar violão como o tu queria, nem parei de encher o sorvete de porcaria, e tampouco, fui menos preguiçosa e menos pateta. Porém, tenha certeza que aprendi a ser forte contigo. Foi meu melhor exemplo de família. Vão- se os mestres, ficam-se os ensinamentos.
E sempre vai estar presente em qualquer coisa que eu fizer. Eu te amo pra sempre. Obrigada por ter me amado de verdade. Obrigada por sempre me dizer que estaria ali pra me levantar dos tombos, por acreditar que o meu futuro seria bom. Que eu era inteligente e principalmente, que eu era boa. Uma menina precisa disso.
Não vou dar aquele desdobre antigo, de que a vida tá corrida, porque, ela continua praticamente do mesmo jeito (chatinha, mas eu até que gosto assim...)
A incidência de um amor na minha vida, ocupa os espaços que antes sobravam.
A vida é boa. Não que algumas vezes ela seja ruim. Mas quando se tem um amor, sabe-se sempre da existência de um sol que nunca para de brilhar, mesmo que visto de baixo, as nuvens de tempetade estejam pretas.
Houveram algumas coisas, com as quais eu nunca teria sonhado. Nem pesadelado.
O pai se foi. E ainda me é estranho e doloroso escrever sobre isso.
É velha e clichê e manjada, a histórinha do "filme que passa". E eu detesto repetir coisas. Mas funciona assim mesmo. Num momento , tu tem todos os planos do mundo. O caminho trilhado e sendo seguido em uma direção. Mas de repente, não mais que de repete, tu percebe o quão frágil é a vida.
Eu ia morar lá com ele, agora ainda na metade do ano. Seria bom. Falei disso pra ele, não fazia um dia ainda.
Porque a última vez que falei com ele, era de noite, eu tava saindo do cursinho.
Ele me ligou.
E de manhã, por volta das 11, ele se foi.
Daí me vêm na cabeça, todos os momentos que tive com ele. Todas as coisas que tão guardadas pra sempre, e as coisas que ele me ensinou.
De quando morávamos pra fora, dos cavalos, das vacas, e de ver ele fazendo a lida , e da vontade que me dava de ser menino, pra fazer as mesmas coisas.
De quando fui morar com ele, depois que se divorciou da mãe, de quando vomitei toda a escada, da maneira como ele cortava o meu cabelo,do jeito que estragou minha franja uma vez, do bubaloo que eu ganhava todo dia antes de ir pra aula, das aulas de laço, naquelas vacas paradas, e de como ele me deixava fazer o que quisesse na loja e com ele. Eu era a única criança da minha turma,que assistia Sai de Baixo.
Isso não era lá muito responsável da parte dele, mas pra um cara solteiro, é admirável. Era um solteirão com uma menininha.
Inventava mil histórias. Eu pedia pra ele me colocar no balé, mas ele me levava pro bar, pra assistir o jogo (quando não ouvíamos em casa mesmo, na Gaúcha AM).
Me deixa escolher minhas roupas pra ir pra aula.
E, depois que fui morar com a mãe, em outra cidade, nunca, NUNCA desistiu de mim. Mesmo que tivessem nos afastado, ele sempre quis me ver,sempre foi atrás, mesmo que eu dissesse que não queria vê-lo.
Eu nunca entendi muito sobre pais. Pra mim, eles não tinham a obrigação de gostar dos filhos, não precisavam se incomodar, afinal a "embuxada" era a mãe.
Era isso que eu ouvia enquanto crescia pelo menos.
E admirava aqueles caras nas pracinhas, com os filhos, que mostravam no rosto que realmente, REALMENTE estavam afim de estar lá. Que não era só obrigação. Que realmente amavam os filhos, e não se importavam de estar cheios de areia, de ficar embalando por 2456837 horas o mesmo brinquedo.
Depois de uns anos, depois que a manu já tava aí, foi quando comecei a conviver com ele de maneira mais seguido. Talvez ele tenha querido retomar o tempo perdido...
Em cada encontro, era tanta coisa por compartilhar, são tantas TANTAS lembranças, tanto aprendizado, tantos momentos,em tão pouco tempo! Como se ele tivesse zipado todos os momentos de toda uma vida. e passasse isso em um só final de semana.
Diz a Tia Paula que um dia antes do acidente, antes de me ligarem, o pai disse que era a pessoa mais feliz. Feliz por ter ela de mulher, e pelas filhas que tinha. Por , nos finais de semana, poder ir lá pra fora, e lidar com as coisas que ele gostava. Mas, que a felicidade só seria completa, somente no momento em que eu e a Manuella fossemos morar com eles. Pena, eu deveria ter ido antes. Nada me impedia.
Mas eu não estou com aquela culpa não. Não tenho outro arrependimento, senão, não ter passado mais tempo com ele.
Eu sempre fiz questão de agradecer cada conselho dado. Eu gostava de ser a " daddy's girl", acho que, mesmo sabendo das minhas imperfeições, ele se orgulhava de mim, pois se via em mim. Tanto na patetice, quanto na nossa fibra.
É nóis pai.
Não aprendi a tocar violão como o tu queria, nem parei de encher o sorvete de porcaria, e tampouco, fui menos preguiçosa e menos pateta. Porém, tenha certeza que aprendi a ser forte contigo. Foi meu melhor exemplo de família. Vão- se os mestres, ficam-se os ensinamentos.
E sempre vai estar presente em qualquer coisa que eu fizer. Eu te amo pra sempre. Obrigada por ter me amado de verdade. Obrigada por sempre me dizer que estaria ali pra me levantar dos tombos, por acreditar que o meu futuro seria bom. Que eu era inteligente e principalmente, que eu era boa. Uma menina precisa disso.
sábado
Arnaldo Jabor, e seu texto ótimo sobre msn
Sempre odiei o que a maioria das pessoas fazem com os seus MSN's.
O espaço 'nome' foi criado pela Microsoft para que você digite O NOME que lhe foi dado no batismo.
Assim seus amigos aparecem de forma ordenada e você não tem que ficar clicando em cima dos mesmos pra descobrir que 'Vendo Abadá do Chiclete e Ivete' é na verdade Tiago Carvalho, ou 'Ainda te amo Pedro Henrique' é o MSN de Marcela Cordeiro.
Mas a melhor parte da brincadeira é que normalmente o nick diz muito sobre o estado de espírito perfil da pessoa. Portanto, toda vez que você encontrar um nick desses por aí, pare para analisar que você já saberá tudo sobre a pessoa...
'A-M-I-G-A-S o fim de semana foi perfeito!!!' acabou de entrar. Essa com certeza, assim como as amigas piriguetes (perigosas), terminou o namoro e está encalhadona. Uma semana antes estava com o nick 'O fim de semana promete'. Quer mostrar pro ex e pros peguetes (perigosos) que tem vida própria, mas a única coisa que fez no fim de semana foi encher o rabo de Balalaika, Baikal e Velho Barreiro e beijar umas bocas repetidas.
'Polly em NY' acabou de entrar. Essa com certeza quer que todos saibam que ela está em uma viagem bacana. Tanto que em breve colocará uma foto da 5ª Avenida no Orkut com a legenda 'Eu em Nova York'. Por que ninguém bota no Orkut foto de uma viagem feita a Praia-Grande - SP ?
'Quando Deus te desenhou ele tava namorando' acabou de entrar. Essa pessoa provavelmente não tem nenhuma criatividade, gosto musical e interesse por cultura. Só ouve o que está na moda e mais tocada nas paradas de sucesso. Normalmente coloca trechos como 'Diga que valeuuu' ou 'O Asa Arreia' na época do carnaval. 10:57 (1 minuto atrás) Apolo
'Maria Paula ocupada prá c** ' acabou de entrar. Se está ocupada prá c**, por que entrou cara-pálida? Sempre que vir uma pessoa dessas entrar, puxe papo só pra resenhar; ela não vai resistir à janelinha azul piscando na telinha e vai mandar o trabalho pro espaço. Com certeza.
'Paulão, quero você acima de tudo' acabou de entrar. Se ama compre um apartamento e vá morar com ele. Uma dica: Mulher adora disputar com as amigas. Quanto mais você mostrar que o tal do Paulão é tudo de bom, maiores são as chances de você ter o olho furado pelas sua amigas piriguetes (perigosas).
'Marizinha no banho' acabou de entrar. Essa não consegue mais desgrudar do MSN. Até quando vai beber água troca seu nick para 'Marizinha bebendo água'. Ganhou do pai um laptop pra usar enquanto estiver no banheiro, mas nunca tem coragem de colocar o nick 'Marizinha matriculando o moleque na natação'.
> > > ' < . ººº< . ººº< / @ || e $ $ ! || |-| @ >ªªª . >ªªª >' acabou de entrar. Essa aí acha que seu nome é o Código da Vinci pronto a ser decodificado. Cuidado ao conversar: ela pode dizer 'q vc eh mtu déixxx, q gosta di vc mtuXXX, ti mandá um bjuXX'.
'VENDO ingressos para a Chopada, Camarote Vivo Festival de Verão, ABADÁ DO EVA, Bonfim Light, bate-volta da vaquejada de Serrinha e LP' acabou de entrar. Essa pessoa está desesperada pra ganhar um dinheiro extra e acha que a janelinha de 200 x 115 pixels que sobe no meu computador é espaço publicitário. 10:57 (1 minuto atrás) Apolo
'Me pegue pelos cabelos, sinta meu cheiro, me jogue pelo ar, me leve pro seu banheiro...' acabou de entrar. Sempre usa um provérbio, trecho de música ou nick sedutores. Adora usar trechos de funk ou pagode com duplo sentido. Está há 6 meses sem dar um tapa na macaca e está doida prá arrumar alguém pra fazer o servicinho.
'Danny Bananinha' acabou de entrar. Quer de qualquer jeito emplacar um apelido para si própria, mas todos insistem em lhe chamar de Melecão, sua alcunha de escola. Adora se comparar a celebridades gostosas, botar fotos tiradas por si mesma no espelho com os peitos saindo da blusa rosa. Quer ser famosa. Mas não chegará nem a figurante do Linha Direta.
Bom é isso, se quiserem escrever alguma mensagem, declaração ou qualquer coisa do tipo, tem o campo certo em opções 'digitem uma mensagem pessoal para que seus contatos a vejam' ou melhor, fica bem embaixo do campo do nome!! Vamos facilitar!!!
Arnaldo Jabor
O espaço 'nome' foi criado pela Microsoft para que você digite O NOME que lhe foi dado no batismo.
Assim seus amigos aparecem de forma ordenada e você não tem que ficar clicando em cima dos mesmos pra descobrir que 'Vendo Abadá do Chiclete e Ivete' é na verdade Tiago Carvalho, ou 'Ainda te amo Pedro Henrique' é o MSN de Marcela Cordeiro.
Mas a melhor parte da brincadeira é que normalmente o nick diz muito sobre o estado de espírito perfil da pessoa. Portanto, toda vez que você encontrar um nick desses por aí, pare para analisar que você já saberá tudo sobre a pessoa...
'A-M-I-G-A-S o fim de semana foi perfeito!!!' acabou de entrar. Essa com certeza, assim como as amigas piriguetes (perigosas), terminou o namoro e está encalhadona. Uma semana antes estava com o nick 'O fim de semana promete'. Quer mostrar pro ex e pros peguetes (perigosos) que tem vida própria, mas a única coisa que fez no fim de semana foi encher o rabo de Balalaika, Baikal e Velho Barreiro e beijar umas bocas repetidas.
'Polly em NY' acabou de entrar. Essa com certeza quer que todos saibam que ela está em uma viagem bacana. Tanto que em breve colocará uma foto da 5ª Avenida no Orkut com a legenda 'Eu em Nova York'. Por que ninguém bota no Orkut foto de uma viagem feita a Praia-Grande - SP ?
'Quando Deus te desenhou ele tava namorando' acabou de entrar. Essa pessoa provavelmente não tem nenhuma criatividade, gosto musical e interesse por cultura. Só ouve o que está na moda e mais tocada nas paradas de sucesso. Normalmente coloca trechos como 'Diga que valeuuu' ou 'O Asa Arreia' na época do carnaval. 10:57 (1 minuto atrás) Apolo
'Maria Paula ocupada prá c** ' acabou de entrar. Se está ocupada prá c**, por que entrou cara-pálida? Sempre que vir uma pessoa dessas entrar, puxe papo só pra resenhar; ela não vai resistir à janelinha azul piscando na telinha e vai mandar o trabalho pro espaço. Com certeza.
'Paulão, quero você acima de tudo' acabou de entrar. Se ama compre um apartamento e vá morar com ele. Uma dica: Mulher adora disputar com as amigas. Quanto mais você mostrar que o tal do Paulão é tudo de bom, maiores são as chances de você ter o olho furado pelas sua amigas piriguetes (perigosas).
'Marizinha no banho' acabou de entrar. Essa não consegue mais desgrudar do MSN. Até quando vai beber água troca seu nick para 'Marizinha bebendo água'. Ganhou do pai um laptop pra usar enquanto estiver no banheiro, mas nunca tem coragem de colocar o nick 'Marizinha matriculando o moleque na natação'.
> > > ' < . ººº< . ººº< / @ || e $ $ ! || |-| @ >ªªª . >ªªª >' acabou de entrar. Essa aí acha que seu nome é o Código da Vinci pronto a ser decodificado. Cuidado ao conversar: ela pode dizer 'q vc eh mtu déixxx, q gosta di vc mtuXXX, ti mandá um bjuXX'.
'VENDO ingressos para a Chopada, Camarote Vivo Festival de Verão, ABADÁ DO EVA, Bonfim Light, bate-volta da vaquejada de Serrinha e LP' acabou de entrar. Essa pessoa está desesperada pra ganhar um dinheiro extra e acha que a janelinha de 200 x 115 pixels que sobe no meu computador é espaço publicitário. 10:57 (1 minuto atrás) Apolo
'Me pegue pelos cabelos, sinta meu cheiro, me jogue pelo ar, me leve pro seu banheiro...' acabou de entrar. Sempre usa um provérbio, trecho de música ou nick sedutores. Adora usar trechos de funk ou pagode com duplo sentido. Está há 6 meses sem dar um tapa na macaca e está doida prá arrumar alguém pra fazer o servicinho.
'Danny Bananinha' acabou de entrar. Quer de qualquer jeito emplacar um apelido para si própria, mas todos insistem em lhe chamar de Melecão, sua alcunha de escola. Adora se comparar a celebridades gostosas, botar fotos tiradas por si mesma no espelho com os peitos saindo da blusa rosa. Quer ser famosa. Mas não chegará nem a figurante do Linha Direta.
Bom é isso, se quiserem escrever alguma mensagem, declaração ou qualquer coisa do tipo, tem o campo certo em opções 'digitem uma mensagem pessoal para que seus contatos a vejam' ou melhor, fica bem embaixo do campo do nome!! Vamos facilitar!!!
Arnaldo Jabor
sexta-feira
Meu profile no Orkut
Admiração imensa por quem segue o coração. Nas pessoas livres. Liberdade de ser. Coragem boa de se mostrar.Um milhão de defeitos. Viver para sentir. E amar. Amor de pai, amor de irmãos, de filho, de cachorros...daquele que te tira o ar. Tranquilidade, Paciência, Fé. Do meu jeito, aquele, de qualquer jeito, mas com o meu cheiro.
terça-feira
O botão que desliga pensamentos, cadê?
Eu não consigo. Eu tinha medo disso. Eu sou boa em juntar as peças, ou não. Mas eu tenho uma mente fértil. E imagino. A partir do momento em que tenho uma lacuna, um vácuo de situações, eu preencho elas. Na maioria das vezes, não com coisas certas, com situações reais. Apenas coisas imaginadas. Eeu sei bem o quanto eu queria que não fossem verdadeiras. E não adianta dizer "não te mete, não é da tua conta, fica na tua, e blá blá blá"...Não dá. Sei que nao é da minha conta. Mas entenda que me atinge. Quê? Ah, para!Eu também não queria que fosse assim, mas as coisas não mudam com a minha vontade, infelizmente.
Eu quria que não houvessem dúvias, queria prioridade a lejos.
Mas também tá fora da minha alçada essas coisas.
Eu entendo bem tudo o que acontece. Tu me explicou. Eu entendi com a cabeça, mas o coração, esse teima, e não se aquieta.
Só me dê a verdade, assim fica mais fácil de pensar e parar de imaginar coisas.
Queria a realidade por favor. Sem açúcar. E um travesseiro, pra encostar a cabeça depois.
Há muito mais pra ser escrito, há muito mais pra colocar pra fora, e gurdar isso não me faz bem, então, não demore.
É como se me tapassem a boca e o nariz, e eu tivesse que respirar com o buraco do peito. E o ar de lá é frio.. seilá.
Anda logo.
Eu quria que não houvessem dúvias, queria prioridade a lejos.
Mas também tá fora da minha alçada essas coisas.
Eu entendo bem tudo o que acontece. Tu me explicou. Eu entendi com a cabeça, mas o coração, esse teima, e não se aquieta.
Só me dê a verdade, assim fica mais fácil de pensar e parar de imaginar coisas.
Queria a realidade por favor. Sem açúcar. E um travesseiro, pra encostar a cabeça depois.
Há muito mais pra ser escrito, há muito mais pra colocar pra fora, e gurdar isso não me faz bem, então, não demore.
É como se me tapassem a boca e o nariz, e eu tivesse que respirar com o buraco do peito. E o ar de lá é frio.. seilá.
Anda logo.
sábado
Tenho um milhão de defeitos
Sou volúvel. Tenho uma tpm horrivel. Sou viciada em gente. Adoro ficar sozinha. Mas eu vivo para sentir. Por isso, eu te peço. Me provoque. Me beije a boca. Me desafie. Me tire do sério. Me tire do tédio. Vire meu mundo do avesso! Mas, pelo amor de Deus, me faça sentir... Um beliscãozinho que for, me dê. Eu quero rir até a barriga doer. Chorar e ficar com cara de sapo. Este é o meu alimento: palavras para uma alma com fome. Meu coração é minha razão. Essa é a lógica que inventei pra mim.
Isso tudo é lamentação? ....Que saco, eu não era assim.
Eu sei que está no contrato uma possível partida prematura, sentimentos precipitados, dúvidas e tudo mais.
Mas, dá pra rasgar? Te precisava aqui. Pra nunca mais te querer em outro lugar.
Esse tipo de coisa(a palavra seria 'amor'. mas fica brega) existe. Acreditem.
Arrebata, atropela, derruba, desnorteia. E tu fica com uma baita dor de cabeça, pois parece que sempre está complicando algo simples.
E acredite, tu está.
As coisas são mais simples e muito mais tranquilas.
Mas, dá pra rasgar? Te precisava aqui. Pra nunca mais te querer em outro lugar.
Esse tipo de coisa(a palavra seria 'amor'. mas fica brega) existe. Acreditem.
Arrebata, atropela, derruba, desnorteia. E tu fica com uma baita dor de cabeça, pois parece que sempre está complicando algo simples.
E acredite, tu está.
As coisas são mais simples e muito mais tranquilas.
Não me Venha a Saudade
É. Que não me venha mesmo. Pedido impossível, mas...
Saudade é o sentimento de quem se apega ao físico e ao tátil. Quando não se tem mais o tangível, o tocável, a gente sente saudade.
Ingenuidade.
Eu não sinto saudade, pois me apego a histórias, a ações, fisionomias.
E não tem como sentir saudade dessas coisas. Eu levo tudo isso comigo. Sempre. Acomodo minha cabeça em qualquer coisa que me faça as vezes de travesseiro e fecho os olhos. O interior das minhas pálpebras me serve como tela pra projetar tudo isso, sempre que eu sinto a tua falta.
Saudade não é olhar pro lado e dizer "se foi". É olhar pro lado e perguntar "cadê?".
(...então Fernanda,tudo o que escreve é verdade?
'Quem dera, quem dera'.)
Saudade é o sentimento de quem se apega ao físico e ao tátil. Quando não se tem mais o tangível, o tocável, a gente sente saudade.
Ingenuidade.
Eu não sinto saudade, pois me apego a histórias, a ações, fisionomias.
E não tem como sentir saudade dessas coisas. Eu levo tudo isso comigo. Sempre. Acomodo minha cabeça em qualquer coisa que me faça as vezes de travesseiro e fecho os olhos. O interior das minhas pálpebras me serve como tela pra projetar tudo isso, sempre que eu sinto a tua falta.
Saudade não é olhar pro lado e dizer "se foi". É olhar pro lado e perguntar "cadê?".
(...então Fernanda,tudo o que escreve é verdade?
'Quem dera, quem dera'.)
Não é da minha conta, mas...
Dá uma olhada:
http://images.orkut.com.br/Main#Community?cmm=74593917
Eu sei que não deveria me meter. A vida não é minha. Cada um sabe o que faz.
...Só achei válido.
Não dá pra confundir as coisas sabe?
Eu não vou chegar e te dizer na cara, que acho que tu tá agindo que nem guriazinha. Sejamos realistas, tem coisas que simplesmente, a gente não precisa mais fazer. Cada
um com seu tempo, ok, é um direito de todos.
E eu odeio parecer grande, ou tentar ser grande ou agir como grande.
Mas nada muda o fato de eu estar grande. Com o tempo, a mente da gente muda. Evolui.
Não percebe, quem não quer. Quem se prende ao passado.
Ninguém disse que isso é uma coisa ruim. Muito pelo contrário. Tem coisas que eu adoraria poder fazer ainda. Mas só que, simplesmente, não dá.
Não depende da minha vontade.
Cuidado se, ao te divertir, não acaba por machucar alguém.
Só um conselho indireto.
Eu não me importo contigo suficientemente pra chegar e te dizer isso. Não muda nada pra mim. Eu só quis dizer.
Beijo!
(Se não me faz diferença, porque escrevi? Porque eu precisava. Achei que renderia...é)
http://images.orkut.com.br/Main#Community?cmm=74593917
Eu sei que não deveria me meter. A vida não é minha. Cada um sabe o que faz.
...Só achei válido.
Não dá pra confundir as coisas sabe?
Eu não vou chegar e te dizer na cara, que acho que tu tá agindo que nem guriazinha. Sejamos realistas, tem coisas que simplesmente, a gente não precisa mais fazer. Cada
um com seu tempo, ok, é um direito de todos.
E eu odeio parecer grande, ou tentar ser grande ou agir como grande.
Mas nada muda o fato de eu estar grande. Com o tempo, a mente da gente muda. Evolui.
Não percebe, quem não quer. Quem se prende ao passado.
Ninguém disse que isso é uma coisa ruim. Muito pelo contrário. Tem coisas que eu adoraria poder fazer ainda. Mas só que, simplesmente, não dá.
Não depende da minha vontade.
Cuidado se, ao te divertir, não acaba por machucar alguém.
Só um conselho indireto.
Eu não me importo contigo suficientemente pra chegar e te dizer isso. Não muda nada pra mim. Eu só quis dizer.
Beijo!
(Se não me faz diferença, porque escrevi? Porque eu precisava. Achei que renderia...é)
Hoje eu Sinto
Tu sente? O quê? Como sabe disso? Sente porque sente, ou porque quer sentir?
Existem sentimentos idealizados, coisas que os poetas e escritores colocaram em nossa cabeça, coisas das quais sentimos falta e necessidade de sentir, mesmo sem nunca ter sentido nada semelhante.
Tais sentimentos existem, ou seriam apenas produto de cérebros jovens, desocupados?
Vivemmos numa eterna busca de sentimentos idealizados como se buscássemos por tesouros inexistentes.
E nós estamos sempre querendo sentir. Queremos com tanta veemência, que nem mais sabemos se estamos sentindo de verdade, ou se estamos forçando a barra..
Haviam vezes que me pegava sentindo nada, ou quase nada, mesmo quando tudo o que queria, era sentir alguma coisa. Tanto queria sentir, que praticamente acreditava na minha própria mentira. Acreditava tão piamente que sentia, que acabava sentindo. Quando na verdade, nada sentia.
Hoje não. Hoje é inegável. Incontestável. Tá na minha cara.
Hoje, eu sinto.
Existem sentimentos idealizados, coisas que os poetas e escritores colocaram em nossa cabeça, coisas das quais sentimos falta e necessidade de sentir, mesmo sem nunca ter sentido nada semelhante.
Tais sentimentos existem, ou seriam apenas produto de cérebros jovens, desocupados?
Vivemmos numa eterna busca de sentimentos idealizados como se buscássemos por tesouros inexistentes.
E nós estamos sempre querendo sentir. Queremos com tanta veemência, que nem mais sabemos se estamos sentindo de verdade, ou se estamos forçando a barra..
Haviam vezes que me pegava sentindo nada, ou quase nada, mesmo quando tudo o que queria, era sentir alguma coisa. Tanto queria sentir, que praticamente acreditava na minha própria mentira. Acreditava tão piamente que sentia, que acabava sentindo. Quando na verdade, nada sentia.
Hoje não. Hoje é inegável. Incontestável. Tá na minha cara.
Hoje, eu sinto.
Tem que ter um nome essa porquera?
De algumas coisas eu tenho medo. Coisas que eu não temia, das quais hoje fujo.
Algumas coisas pra mim, faziam todo o snetido do mundo, mas hoje, não passam de borrões de tinta em um papel toalha de alta absorção.
São desenhos abstratos e sem sentido algum.
Aí eu faço uma pose bem blasé, ponho a mão no queixo. Penso. Procuro um significado. Não há.
É o passado. São as memórias, as crises e todos esses processos que pra nada mais servem, a não ser para catalizarem, acelerarem essas evoluções digimônicas.
Hoje eu acho que eu me encontro no estágio 3. Do alto dos meus 20 anos, uma caricatura daquilo que eu sonho ser. Uma segunda linha mais barata, de amontoados de sonhos e coisas que dinheiro algum compra.
Poético não? Grande bosta. Poético o caralho digo eu.
Sem metáforas. To cansada de só falar assim, metafóricamente.
Sendo as relações interpessoais tão complicadas como já são, pra quê eu complico as coisas, colocando mais ruído na ligação?
O que eu queria, e tenho me esforçado para essa "querência" aconteça, é uma auto-compreensão.
Não quero mais as analogias que, sorrindo, finjo que entendo.
Se eu sair do teu lado, e caminhar para um canto de onde eu possa observar tudo, não se preocupe. Não aconteceu nada. Não comigo. Aconteceu com tudo ao meu redor.
Algumas coisas pra mim, faziam todo o snetido do mundo, mas hoje, não passam de borrões de tinta em um papel toalha de alta absorção.
São desenhos abstratos e sem sentido algum.
Aí eu faço uma pose bem blasé, ponho a mão no queixo. Penso. Procuro um significado. Não há.
É o passado. São as memórias, as crises e todos esses processos que pra nada mais servem, a não ser para catalizarem, acelerarem essas evoluções digimônicas.
Hoje eu acho que eu me encontro no estágio 3. Do alto dos meus 20 anos, uma caricatura daquilo que eu sonho ser. Uma segunda linha mais barata, de amontoados de sonhos e coisas que dinheiro algum compra.
Poético não? Grande bosta. Poético o caralho digo eu.
Sem metáforas. To cansada de só falar assim, metafóricamente.
Sendo as relações interpessoais tão complicadas como já são, pra quê eu complico as coisas, colocando mais ruído na ligação?
O que eu queria, e tenho me esforçado para essa "querência" aconteça, é uma auto-compreensão.
Não quero mais as analogias que, sorrindo, finjo que entendo.
Se eu sair do teu lado, e caminhar para um canto de onde eu possa observar tudo, não se preocupe. Não aconteceu nada. Não comigo. Aconteceu com tudo ao meu redor.
Do Autismo
A previsibilidade torna-se um fator de tédio e nenhuma das pessoas legais, chatas ou mais-ou-menos despertam interesse.
Tudo o que se quer, é revelar àquela que te diz muita coisa, simplesmente com um movimento dos olhos. São muitas informações, e não consegues assimilar nada. Pessoas falando bolhas.
Então, queres andar todos os quarteirões do mundo olhando para o chão, descobrindo desenhos em lajotas, com as mãos tateando bolsos, girando anéis, e em momentos, dá alguns sorrisos vagos à tua companhia, enquanto inconscientemente desvia dos rejuntes da calçada.
Tudo o que se quer, é revelar àquela que te diz muita coisa, simplesmente com um movimento dos olhos. São muitas informações, e não consegues assimilar nada. Pessoas falando bolhas.
Então, queres andar todos os quarteirões do mundo olhando para o chão, descobrindo desenhos em lajotas, com as mãos tateando bolsos, girando anéis, e em momentos, dá alguns sorrisos vagos à tua companhia, enquanto inconscientemente desvia dos rejuntes da calçada.
Vou postar esse velho aqui também. To reciclando tudo. TUUUUUDO. _Azar
..Uma coisa é tu veres uma pessoa e ficares feliz, triste, nervoso ou até com raiva. Mas o problema_que tem sido cada vez mais comum na minha vida_ é que não sei o que sentir ao ver algumas pessoas. Me analiso, e vejo algumas centenas de pontos de interrogação orbitando meu pensamento.
Algumas não imprimem reação alguma em mim. Apenas, não atraem. Outras já me cansam só de olhar. Estaria eu me tornando anestesiada?
Onde estão as pessoas de verdade?
AAAAA falou a pessoa diferente, a chata, antissocial.Não!
Eu juro que não sou. É só outro auto-desabafo.
Queria mais emoção. Mais surprsa. Mas, por mais que eu force, não depende de mim. Não posso me desculpar por ser o que sou. Assim, tão chata.
Algumas não imprimem reação alguma em mim. Apenas, não atraem. Outras já me cansam só de olhar. Estaria eu me tornando anestesiada?
Onde estão as pessoas de verdade?
AAAAA falou a pessoa diferente, a chata, antissocial.Não!
Eu juro que não sou. É só outro auto-desabafo.
Queria mais emoção. Mais surprsa. Mas, por mais que eu force, não depende de mim. Não posso me desculpar por ser o que sou. Assim, tão chata.
Antes e Depois do Amor
Quando parece mentira é porque é verdade.
Os filmes, os livros , as músicas, são fruto da imaginação humana, retratos de realidades criadas dentro da nossa cabeça, simulações às vezes utópicas da vida 'como deveria ser'
Pensando assim, a gente se acostuma a achar que temos de aceitar essas mentiras e fazê-las verdades genuínas.
Os mais sabidos inclusive, dão-se por satisfeitos ao resignarem-se coma idéia de que a ignorância é pré-requisito para a felicidade, e se mantendo na condição de 'seres superiores', não se vêem passíveis de serem acometidos por esse sentimento , mesmo sabendo que ele está por aí, em todo lugar.
Está nos filmes, nos livros, nas músicas. Mas não está dentro de nós.
A gente lê e relê mil vezes, assiste, grava e revê, ouve a música em volumes ensurdecedores na vã tentativa de capturar esse sentimento, nem qeu seja por alguns segundos, nem que seja só um poquinho.
E quando parecemos estar sentindo, nosso mecanismo de auto-defesa programa-se para fazer com que agente ache que tudo aquilo não passe de um palcebo para uma doença sem cura da alma.
Aí, há uns quatro, cinco meses atrás, eu, que sempre fui sabida, cética, e conformada com a finitude e superficialidade do amor,que me sentia ávida defensora do individualismo, vi tudo mudar perante meus olhos.
E não estava na tv, no papel, ou no meu aparelho de som.
E, definitivamente, não é de mentira.
Tão verdade é, que hoje eu vejo tudo diferente, como se tivessem me tirado uma cortina dos olhos.
Hoje eu vejo que os filmes, os livros, e as músicas, não estão aí por acaso.
Elas são manifestações concretas de momentos em que o homem conectou-se com o divino, que paira no ar, mas é invisível aos olhos.
São fragmentos de pequenos milagres operados por mãos trêmulas, imperfeitas e pecadoras.
São imagens de um destino do qual a gente precisa estar em constante procura, até o fim dos nossos dias.
Digo isso porque eu encontrei o meu. Ou assim parece.
Os filmes, os livros , as músicas, são fruto da imaginação humana, retratos de realidades criadas dentro da nossa cabeça, simulações às vezes utópicas da vida 'como deveria ser'
Pensando assim, a gente se acostuma a achar que temos de aceitar essas mentiras e fazê-las verdades genuínas.
Os mais sabidos inclusive, dão-se por satisfeitos ao resignarem-se coma idéia de que a ignorância é pré-requisito para a felicidade, e se mantendo na condição de 'seres superiores', não se vêem passíveis de serem acometidos por esse sentimento , mesmo sabendo que ele está por aí, em todo lugar.
Está nos filmes, nos livros, nas músicas. Mas não está dentro de nós.
A gente lê e relê mil vezes, assiste, grava e revê, ouve a música em volumes ensurdecedores na vã tentativa de capturar esse sentimento, nem qeu seja por alguns segundos, nem que seja só um poquinho.
E quando parecemos estar sentindo, nosso mecanismo de auto-defesa programa-se para fazer com que agente ache que tudo aquilo não passe de um palcebo para uma doença sem cura da alma.
Aí, há uns quatro, cinco meses atrás, eu, que sempre fui sabida, cética, e conformada com a finitude e superficialidade do amor,que me sentia ávida defensora do individualismo, vi tudo mudar perante meus olhos.
E não estava na tv, no papel, ou no meu aparelho de som.
E, definitivamente, não é de mentira.
Tão verdade é, que hoje eu vejo tudo diferente, como se tivessem me tirado uma cortina dos olhos.
Hoje eu vejo que os filmes, os livros, e as músicas, não estão aí por acaso.
Elas são manifestações concretas de momentos em que o homem conectou-se com o divino, que paira no ar, mas é invisível aos olhos.
São fragmentos de pequenos milagres operados por mãos trêmulas, imperfeitas e pecadoras.
São imagens de um destino do qual a gente precisa estar em constante procura, até o fim dos nossos dias.
Digo isso porque eu encontrei o meu. Ou assim parece.
Sobre as coisas que cabem em um mês
A preguiça física nos impede de mudar.Mas bastauma faísca entre dois neurônios paraque nossa mente nos aponte uma outra direção.
Das duas uma: ou tu segue as mesmas coordenadas que podem te levar por terrenos inóspitos e até mesmo campos minados, ou opta por permanecer no curso antigo, ignorando a intermitente buzina que te avisa: "Está no caminho errado".
Não digo "errado" no sentido mais amplo da palavra. Talvez sejam justamente as instruções antigas, as que estavam corretas. Mas acredito que, às vezes, precisamos deparar com um beco sem saída para descobrirmos que o caminho era pra outro lado. Como naqueles labirintos das revistinhas de colorir da infância.
Avida já cansou de me provar repetidamente que a escolha certa é justamente a que me parece mais errada. Mas a gente precisa errar. Mas errar por engano, por distração, displicência.
Eu erro com força, e com vontade. Erro melhor pra errar menos.
E sim, saio errante pela rua, torcendo pra chuva não me pegar, ou enchacar cada centímetro da minha pele, enquanto não levo guarda-chuvas.
Não é que eu esteja deiaxndo a vida me levar, como se fosse plâncton. Eu erro tentando acertar. Depois de perceber que, sempre que acho que estou fazendo a coisa certa, descubro que tem algo errado, tenho apostado cada vez mais no que não me parece sensato.
Improvável? Vamos. Impossível? Não existe. Impensável? Bora cérebro!
Sigo a maré das sinapses.
Se a mente muda eu mudo. Somente assim eu posso ser cem por cento sincera com aquela que mais estimo: eu.
Egoísta? Pra caralho, mas se eu não fizer as coisas por mim, sei que minha mãe não as pode fazer, e nem tenho mais idade pra isso.
Dirijo com o tanque na reserva, mas é pra voar baixo.
Ok, eu não dirijo. Voltei com as metáforas. Não me livro delas. Fazer o quê se não me expresso de maneira melhor?
"Tá, mas o que é que cabe em um mês?", me pergunta devido ao título.
Um ciclo lunar, um ciclo menstrual, uma copa do mundo, duas olimpíadas, um amor de verão, quatro amores de verão. Um amor de outono...
Um mês é o tempo que levei pra escrever de novo.
O tempo que minha mente levou pra mudar o curso da minha alma.
Pra onde ela aponta agora? Pra longe. Pra perto. Bem perto. Pra mim.
Da próxima vez, vou tentar ser mais ágil.
Das duas uma: ou tu segue as mesmas coordenadas que podem te levar por terrenos inóspitos e até mesmo campos minados, ou opta por permanecer no curso antigo, ignorando a intermitente buzina que te avisa: "Está no caminho errado".
Não digo "errado" no sentido mais amplo da palavra. Talvez sejam justamente as instruções antigas, as que estavam corretas. Mas acredito que, às vezes, precisamos deparar com um beco sem saída para descobrirmos que o caminho era pra outro lado. Como naqueles labirintos das revistinhas de colorir da infância.
Avida já cansou de me provar repetidamente que a escolha certa é justamente a que me parece mais errada. Mas a gente precisa errar. Mas errar por engano, por distração, displicência.
Eu erro com força, e com vontade. Erro melhor pra errar menos.
E sim, saio errante pela rua, torcendo pra chuva não me pegar, ou enchacar cada centímetro da minha pele, enquanto não levo guarda-chuvas.
Não é que eu esteja deiaxndo a vida me levar, como se fosse plâncton. Eu erro tentando acertar. Depois de perceber que, sempre que acho que estou fazendo a coisa certa, descubro que tem algo errado, tenho apostado cada vez mais no que não me parece sensato.
Improvável? Vamos. Impossível? Não existe. Impensável? Bora cérebro!
Sigo a maré das sinapses.
Se a mente muda eu mudo. Somente assim eu posso ser cem por cento sincera com aquela que mais estimo: eu.
Egoísta? Pra caralho, mas se eu não fizer as coisas por mim, sei que minha mãe não as pode fazer, e nem tenho mais idade pra isso.
Dirijo com o tanque na reserva, mas é pra voar baixo.
Ok, eu não dirijo. Voltei com as metáforas. Não me livro delas. Fazer o quê se não me expresso de maneira melhor?
"Tá, mas o que é que cabe em um mês?", me pergunta devido ao título.
Um ciclo lunar, um ciclo menstrual, uma copa do mundo, duas olimpíadas, um amor de verão, quatro amores de verão. Um amor de outono...
Um mês é o tempo que levei pra escrever de novo.
O tempo que minha mente levou pra mudar o curso da minha alma.
Pra onde ela aponta agora? Pra longe. Pra perto. Bem perto. Pra mim.
Da próxima vez, vou tentar ser mais ágil.
Mais uma coisa...
"Se eu aprendi alguma coisa na vida é que, às vezes, as coisas entram no nosso caminho e temos sempre uma escolha. Podemos enfrentá-las ou podemos adaptar-mos e fugir.
Mas temos que fazer um ou outro para poder seguir adiante."
Mas temos que fazer um ou outro para poder seguir adiante."
Um Brinde ao Acaso
Um brinde ao que deu certo, ao que não deu em nada. Um brinde ao caminho incerto, à pessoa errada. Um brinde a tudo o que acontece, um brinde ao que nunca vai acontecer. Tudo que mudou, e a tudo que nunca vai mudar.
Bom, hoje vou escrever sobre a minha incapacidade. Sou incapaz. Incapaz de perceber as coisas mais simples. Me ligo em detalhes esquisitos. Eu sou estranha. Minha mão não para de tremer devido a uma indignação obtida segundos atrás. Tô indignada. Surpresa. (Desapontada?).
Não gosto de certas intimidades. Não gosto de gente cheretando no que é meu. Viu? Eu sou incapaz. Incapaz de deixar isso passar despercebido. Ah, não tem como tu saber de quê eu estou falando. Eu sei. Não vou dizer. Sou incapaz de dizer o porquê. Ficaria envergonhada. Não gosto de intimidade. Não espero que alguém entenda o que escrevi aqui. É só um auto-desabafo.
Bom, hoje vou escrever sobre a minha incapacidade. Sou incapaz. Incapaz de perceber as coisas mais simples. Me ligo em detalhes esquisitos. Eu sou estranha. Minha mão não para de tremer devido a uma indignação obtida segundos atrás. Tô indignada. Surpresa. (Desapontada?).
Não gosto de certas intimidades. Não gosto de gente cheretando no que é meu. Viu? Eu sou incapaz. Incapaz de deixar isso passar despercebido. Ah, não tem como tu saber de quê eu estou falando. Eu sei. Não vou dizer. Sou incapaz de dizer o porquê. Ficaria envergonhada. Não gosto de intimidade. Não espero que alguém entenda o que escrevi aqui. É só um auto-desabafo.
quinta-feira
Outro dia ...
Nunca gostei muito de coisas que vem fácil.Na realidade nunca confiei nessas coisas.
Pra mim, coisas que tem valor pra vida toda, são as coisas que são batalhadas. O fruto do suor e do difícil é ainda melhor que o do acaso.
Conseguir por sorte é algo tão vulnerável! Quero ver que meu suor valeu, que as noites de pouco sono tiveram serventia; que os dias que abdiquei da minha filha não foram em vão, que a lucidez obtida com a quantidade de café que tomei,foi muito além que algumas horas. Que eu consegui abrir portas pelo meu merecimento.
Depois de atingir um objetivo, penso ser fácil que cair na insatisfação e no desassossego é tão fácil! Deus me guarde, por está aí outra coisa que não quero!
Quero uma vida, de certa forma, simples. Convencional. _(uma casa no campo onde eu possa plantar meus amigos, meus discos e livros, e nada mais...haha!)_
Sem exageros. Família, cachorro, um amor, e uma casa com cerquinha branca [malditos filmes da sessão da tarde].
Mas não, não sou do tipo que se acomoda. Acomodar é parar de evoluir. Há a nescessidade de reinventar-se.
E guardo tudo isso dentro de mim. Tudo que tem função, tudo que vale a pena. Tudo que me engrandece e faz bem, eu guardo dentro de mim. Não do meu lado, nem à minha frente. Eu deixo dentro de mim. Para não escapar, para não correr.
Bom é sentir que é possível deixar as coisas fúteis, o rancor e as mágoasde à parte de todas essas coisas boas. Pois com o tempo, também aprende-se a lidar com elas, e a transformá-las em algo bom, ou simplesmente ignorá-las tanto quanto seriam se eliminadas. Aos poucos. Sempre. Cause rome wasn't built in a day. Mas eu tenho sede,sede de algo melhor,algo maior.
E descobri que ter medo é o que faz respirar fundo e ir pra cima. Superação também melhora o gosto da vitória. Os objetivos estão ali,na frente, prontos para me receber. Eu vou mirar e ir ao encontro deles. O mais difícil de fazer já acontece: viver.
Agora é fazer da existência o melhor possível.
Quando olho pra frente vejo o futuro. E o futuro é bom.
Pra mim, coisas que tem valor pra vida toda, são as coisas que são batalhadas. O fruto do suor e do difícil é ainda melhor que o do acaso.
Conseguir por sorte é algo tão vulnerável! Quero ver que meu suor valeu, que as noites de pouco sono tiveram serventia; que os dias que abdiquei da minha filha não foram em vão, que a lucidez obtida com a quantidade de café que tomei,foi muito além que algumas horas. Que eu consegui abrir portas pelo meu merecimento.
Depois de atingir um objetivo, penso ser fácil que cair na insatisfação e no desassossego é tão fácil! Deus me guarde, por está aí outra coisa que não quero!
Quero uma vida, de certa forma, simples. Convencional. _(uma casa no campo onde eu possa plantar meus amigos, meus discos e livros, e nada mais...haha!)_
Sem exageros. Família, cachorro, um amor, e uma casa com cerquinha branca [malditos filmes da sessão da tarde].
Mas não, não sou do tipo que se acomoda. Acomodar é parar de evoluir. Há a nescessidade de reinventar-se.
E guardo tudo isso dentro de mim. Tudo que tem função, tudo que vale a pena. Tudo que me engrandece e faz bem, eu guardo dentro de mim. Não do meu lado, nem à minha frente. Eu deixo dentro de mim. Para não escapar, para não correr.
Bom é sentir que é possível deixar as coisas fúteis, o rancor e as mágoasde à parte de todas essas coisas boas. Pois com o tempo, também aprende-se a lidar com elas, e a transformá-las em algo bom, ou simplesmente ignorá-las tanto quanto seriam se eliminadas. Aos poucos. Sempre. Cause rome wasn't built in a day. Mas eu tenho sede,sede de algo melhor,algo maior.
E descobri que ter medo é o que faz respirar fundo e ir pra cima. Superação também melhora o gosto da vitória. Os objetivos estão ali,na frente, prontos para me receber. Eu vou mirar e ir ao encontro deles. O mais difícil de fazer já acontece: viver.
Agora é fazer da existência o melhor possível.
Quando olho pra frente vejo o futuro. E o futuro é bom.
terça-feira
quarta-feira
Desse que tirei do orkut
É poisé. Férias. Como eram boas na época do colégio, em que o meu maior problema era não conseguir aproveitar todo o dia brincando, já que acordava na hora que eu devia ter que almoçar.
Eu nunca quis crescer logo. Nunca tive essa pressa.
E olha só. Cresci.Não que hoje eu não me comporte mais como uma criança, mas algumas responsabilidades eu tenho. E tenho que trabalhar. Hoje, durante as férias ando sem tempo pra postar aqui.
Vou só colar aqui o que eu tinha escrito no orkut.
O interessante do orkut, e que posso mudar "quem sou eu" com um clique.
Legal né?
Segue o tal texto:
"As histórias dentro dos livros me fascinam; os doces me fazem sentir tão mais feliz! Os filmes me encantam; a capacidade que uma foto tem remeter a um tempo distante , antigo, , por vezes desconhecido, de trazer até cheiros.. me intriga e ao mesmo tempo me deixa maravilhada; a música, o som do mar, o cheiro de tudo, o brilho e o calor do sol, a melodia da chuva, me fazem viajar, e notar como tudo que está ao redor é inacreditavelmente perfeito.
Não fumo. Quase não bebo. Desconfio de tudo. Admiro lealdade. Traumatizo as pessoas com as minhas crises de riso e choro sem motivos e involuntárias. Penso em mais de mil coisas ao mesmo tempo, mas não me concentro em nenhuma, por isso mudo de assunto aleatoriamente, às vezes abuso da ironia, o que pode parecer mau-humor, e não é.. Acabo não fazendo muita coisa, simplesmente por pensar demais, mas ainda assim, me permito, vez que outra, jogar o juízo pro alto e ser inconseqüente. Não, não inconseqüente, mas, simplesmente, confiar na sorte. Meu humor muda com freqüência, até já pensei que sofria de bipolaridade, mas resolvi apenas culpar o cromossomo x e meus hormônios. Sou fã de coisas chatas e programas de índio. Eu rio sozinha, eu falo sozinha e vivo sozinha muito bem, mas não dispenso em tempo algum, pessoas com quem eu possa contar, e que me façam uma companhia simples,despreocupada e sincera. Não sou fã de festas e lugares tumultuados,sempre procuro um lugar pra sentar, e gasto meu tempo em treinos, leituras, filmes, ou jogando conversa fora com os amigos. A maioria das músicas que estão no meu mp3, não são dos últimos três anos, adoro roupas e looks antigos, pin-ups e tudo mais, mas não abro mão de um suplex, uma blusa básica e um bom tênis, ou aquela blusa larga e pés descalços, de preferência.. Escrevo no meu caderno, mas não posto no blog. Escrevo no blog, mas quase não divulgo. Mas gosto quando alguém lê. Descrevo-me só pra testar se sei dizer quem sou. Muitas vezes é mais fácil falar quem não sou. Busco agir de acordo com meus princípios,e com aquela vozinha da minha cabeça que chamo de feeling ( mentira, dou nomes próprios pra ela, mas comentar isso pareceria loucura). Quando não faço isso, me sinto mal demais, e não vale a pena fazer algo se não é pra fazer bem. Nem pra agradar alguém. Aprendi que não morro tão fácil e que agüento muito mais coisas do que imaginava. Poucas coisas me importam.Poucas coisas me afetam. Só me uma pessoa me tirou do sério até hoje. Pode-se lidar com qualquer coisa, qualquer situação. Faço as coisas por mim. Odeio esperar algo em troca. Acho que esperar aplausos invalida qualquer coisa que se faça. Acredito que as coisas aconteçam por algum motivo obscuro, mas a gente só fica sabendo desse motivo depois que o tempo passa. Só então podemos ligar os pontos. Por isso é desnecessário tentar prever o futuro. Aliás, deveríamos lembrar sempre que não podemos prever o que não depende de nós. Que a única coisa que é certa, é a matemática. E a vida, infelizmente, não é matemática."
Eu nunca quis crescer logo. Nunca tive essa pressa.
E olha só. Cresci.Não que hoje eu não me comporte mais como uma criança, mas algumas responsabilidades eu tenho. E tenho que trabalhar. Hoje, durante as férias ando sem tempo pra postar aqui.
Vou só colar aqui o que eu tinha escrito no orkut.
O interessante do orkut, e que posso mudar "quem sou eu" com um clique.
Legal né?
Segue o tal texto:
"As histórias dentro dos livros me fascinam; os doces me fazem sentir tão mais feliz! Os filmes me encantam; a capacidade que uma foto tem remeter a um tempo distante , antigo, , por vezes desconhecido, de trazer até cheiros.. me intriga e ao mesmo tempo me deixa maravilhada; a música, o som do mar, o cheiro de tudo, o brilho e o calor do sol, a melodia da chuva, me fazem viajar, e notar como tudo que está ao redor é inacreditavelmente perfeito.
Não fumo. Quase não bebo. Desconfio de tudo. Admiro lealdade. Traumatizo as pessoas com as minhas crises de riso e choro sem motivos e involuntárias. Penso em mais de mil coisas ao mesmo tempo, mas não me concentro em nenhuma, por isso mudo de assunto aleatoriamente, às vezes abuso da ironia, o que pode parecer mau-humor, e não é.. Acabo não fazendo muita coisa, simplesmente por pensar demais, mas ainda assim, me permito, vez que outra, jogar o juízo pro alto e ser inconseqüente. Não, não inconseqüente, mas, simplesmente, confiar na sorte. Meu humor muda com freqüência, até já pensei que sofria de bipolaridade, mas resolvi apenas culpar o cromossomo x e meus hormônios. Sou fã de coisas chatas e programas de índio. Eu rio sozinha, eu falo sozinha e vivo sozinha muito bem, mas não dispenso em tempo algum, pessoas com quem eu possa contar, e que me façam uma companhia simples,despreocupada e sincera. Não sou fã de festas e lugares tumultuados,sempre procuro um lugar pra sentar, e gasto meu tempo em treinos, leituras, filmes, ou jogando conversa fora com os amigos. A maioria das músicas que estão no meu mp3, não são dos últimos três anos, adoro roupas e looks antigos, pin-ups e tudo mais, mas não abro mão de um suplex, uma blusa básica e um bom tênis, ou aquela blusa larga e pés descalços, de preferência.. Escrevo no meu caderno, mas não posto no blog. Escrevo no blog, mas quase não divulgo. Mas gosto quando alguém lê. Descrevo-me só pra testar se sei dizer quem sou. Muitas vezes é mais fácil falar quem não sou. Busco agir de acordo com meus princípios,e com aquela vozinha da minha cabeça que chamo de feeling ( mentira, dou nomes próprios pra ela, mas comentar isso pareceria loucura). Quando não faço isso, me sinto mal demais, e não vale a pena fazer algo se não é pra fazer bem. Nem pra agradar alguém. Aprendi que não morro tão fácil e que agüento muito mais coisas do que imaginava. Poucas coisas me importam.Poucas coisas me afetam. Só me uma pessoa me tirou do sério até hoje. Pode-se lidar com qualquer coisa, qualquer situação. Faço as coisas por mim. Odeio esperar algo em troca. Acho que esperar aplausos invalida qualquer coisa que se faça. Acredito que as coisas aconteçam por algum motivo obscuro, mas a gente só fica sabendo desse motivo depois que o tempo passa. Só então podemos ligar os pontos. Por isso é desnecessário tentar prever o futuro. Aliás, deveríamos lembrar sempre que não podemos prever o que não depende de nós. Que a única coisa que é certa, é a matemática. E a vida, infelizmente, não é matemática."
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