terça-feira

Escrever é extravasar

Liberar e jogar tudo pro ar. Ou net. Enfim...


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Oi Blog querido!
Há quanto tempo que não escrevo aqui? Saiba você, que não é por falta de idéias, pois elas me tomam a mente, assim que repouso sobre o travesseiro.
Inúmeros assuntos. Alguns inomináveis. Filosofias baratas, piadas de bar. Minha opinião,ora boa ora ruim,como sempre.

Minha vida como sempre, permanece uma sucessão de dias indescritíveis _note você blog, que tal adjetivo não tem como significado algo fabuloso e lindo. Até pelo fato de a vida de ninguém ser sempre sol, tampouco sempre chuva. Assim é a minha. Normal. É a minha visão que a faz particular.

Ontem, ou talvez há mais dias, notei que meu quarto ficava mais bonito, ou mais feio, conforme eu dispunha os móveis. Então vi que isso funcionava pra qualquer coisa. Sempre questão de ponto de vista.



Confuso?

Bem, é que eu andava um tanto estressada. Pra não ser hipócrita, talvez ainda esteja.
Como essa irritação se devem a fatos que, por hora, não tenho como mudar, então, eu vou mudar as coisas de lugar. Nem que seja, na maneira como eu as ouço.
Vou ver se surte resultado...
Posto notícias.






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Hoje ouvi uma discussão ridícula sobre mulheres e futebol. Gostaria de, neste acolhedor espaço reservado à minha (pouco)habilidosa escrita, mandar praquele lugar onde o sol não bate, todas as pessoas que compartilham da opinião que fulano não pode gostar de alguma coisa por que é menina.

Quê? Quer dizer então que, além do fato de eu não poder fazer xixi de pé, não ter orientação espacial privilegiada, sofrer de cólicas, carregar um bebê na barriga (e ele sair dela por um lugar anatômicamente desproporcional), e uma vez por mês ficar com vontade de matar um, eu ainda não posso gostar de algo que sei-lá-eu-o-quê dentro de mim gosta, POR QUE TU ACHA QUE EU NÃO DEVERIA?



"Blábláblá, não sei pq mulheres perdem tempo vendo futebol, jogando cartola f.c (é, e daí?) se não entendem nada. Isso não é coisa de mulher."

A VALHA ME!

Vamos às coisas que não são de mulher, e mesmo assim, nos saímos muito bem:
...ééNO.
Não sou dessas feministas aporrinhadoras que diz que mulheres têm capacidade pra fazer tudo o que um homem faz "e ainda por cima de salto". Não mesmo.

Gosto de fazer o que faço, e não quero ser a maior entendedora, até por que nem jogo mais, não cresci com aquela gana de menino com a bola nós pés, tampouco fui menina jogadora, a não ser por falta de opção dos primos e eventuais escalações pra goleira. Também meu pai, nunca foi de incentivar pra isso. Tudo que gosto, é o que vejo e sei por curiosidade própria. Sei menos do que a vontade que tenho, mais por preguiça, menos por capacidade de intelecto.

Que diferença há de mim pra você?
Nenhuma ao meu ver. Estou cá feliz e satisfeita. Gracias.




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Também esses dias, ou talvez, há mais, estive pensando em como amar é bom. Clichê não? Mas é que o sentimento explode aqui, no peito. Escrever é extravasar

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